Na Sala de Instrução, o instrutor Joaquim chama a atenção dos recrutas por não dominarem o hino da Companhia, falha que ficou evidente no dia anterior. O alerta é feito de forma direta, sublinhando a importância do hino como símbolo de identidade, disciplina e espírito de grupo.
Por sugestão do instrutor Joaquim, os recrutas passam a escrever a letra do hino numa folha de papel, que deverão guardar consigo como apoio ao estudo e memorização. A medida pretende evitar novos erros e reforçar a responsabilidade individual de cada elemento da Companhia.
Instantes depois, Filipe destaca-se pela atitude empenhada, mostrando-se concentrado a decorar a letra do hino, determinado a não voltar a falhar num momento coletivo.