É hora do treino matinal na Base, e nem a chuva intensa consegue impedir os recrutas de cumprir a instrução física do dia. Manuel, Sara e Nuno, lesionados, ficam responsáveis pela limpeza do refeitório, observando de fora o esforço dos colegas.
Na Parada, Andreia enfrenta dificuldades com os exercícios e queixa-se de não conseguir tocar os brônquios no chão com a roupa molhada. O instrutor Marques puxa por ela, lembrando que ser recruta da semana não se resume apenas à braçadeira vermelha. Contudo, durante a caminhada, Andreia começa a sentir falta de ar e, em lágrimas, é obrigada a pedir a bomba de asma.
No refeitório, Manuel confessa a frustração de não poder treinar junto dos colegas, sentindo dor no peito. Sara responde de imediato: “Não olhes!”, tentando protegê-lo do peso da situação. Entretanto, na Parada, os recrutas divertem-se com Noélia, que tenta cantar o hino da Companhia um pouco desafinada, proporcionando um momento de leveza em meio à intensidade do treino.