Neste episódio
Mónica empurra o gelo com força para magoar Gonçalo e repreende-o por ter achado boa ideia dar treino a Duarte, quando sabe que ele o odeia. Mónica diz que é óbvio que ele o ia magoar. Mónica pergunta a Gina se pode expor os seus produtos no ginásio e Gina acha boa ideia, mas têm de falar com JD também.
JD despacha Mónica, que lhe ligou para perguntar se pode expor os seus produtos no ginásio. Óscar diz que verificou tudo e só pode ter sido alguém de dentro de casa, a fazer alguma coisa. JD diz que pode ter sido Jorge, pois já antes o contratou para afastar Mariana de Vale do Rio.
Anita tenta animar o filho e mostra-lhe algumas mulheres, por quem ele se poderia interessar, mas Hector só quer saber de Mariana. Hector recebe uma chamada do vereador e pergunta à mãe se está disponível para reunir com ele. Ela diz que sim e fica feliz por Hector dizer que também vai.
JD contextualiza Óscar e Isabel sobre a chantagem que Jorge fez com ele e por que motivo nunca contou toda a verdade a Mariana. Óscar e Isabel ficam surpreendidos com alguns detalhes, embora soubessem que Jorge não presta. JD constata agora que pode mesmo ter sido Jorge a ameaçar Carlota e fica revoltado.
Benedita encontra Mariana a cozinhar e repara que é um dos pratos favoritos de JD. Mariana finge que não sabia, mas Benedita não acredita. A avó diz-lhe que pode voltar para JD, mas Mariana não cede e diz que já andou com a sua vida para a frente. Benedita sabe que não é verdade e sorri.
Sobre «A Protegida»
No coração do interior alentejano, Mariana e José Diogo são duas crianças cujos contextos não podiam ser mais diferentes: ela é fruto de uma relação carinhosa; ele, órfão. Ela tem na família, um porto seguro para onde correr quando se magoa; ele só pode correr para ela. Cruzam-se por um inevitável querer do destino: ele está constantemente a fugir do orfanato que faz fronteira com o palacete da avó dela. Por muito que as regras os tentem separar, as duas crianças orbitam uma em torno da outra com uma força que ninguém consegue explicar ou parar. Complementam-se. José Diogo nunca conheceu um amor como aquele, tão incondicional. Mariana fá-lo rir, é carinhosa com ele, parecem falar uma língua só deles e, muitas vezes, têm a certeza de conseguir adivinhar os pensamentos do outro.
Seja qual for a matéria de que são feitas as almas, as de Mariana e José Diogo são a mesma.
Os dias que passam juntos voam, as horas separados arrastam-se. Os dois correm pelos campos de oliveiras de Vale do Rio, assustam-se no Forte da Graça em Elvas e imaginam o passado no Castelo. A terra que se dá a quem a ama é palco de um amor infantil, secreto e que marcará a vida de ambos para sempre. Benedita, a avó e matriarca da família de Mariana, é a primeira a perceber a conexão entre os dois. Envolve-os em carinho e em comida. À volta de Mariana e José Diogo há um constante cheiro a amor e receitas que têm como único objetivo colorir os dias das crianças, que se entorpecem num afeto com sabor à tradição alentejana.
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