Em «A Sentença», o segundo caso do dia ilustra como, ao longo da vida, recolhem-se muitas vezes pequenas preciosidades cujo valor é incalculável, seja ao nível monetário ou patrimonial. Mas quando o destino não fica definido acaba por, tarde ou cedo, gerar discórdia. Celeste estava separada há já 22 anos, embora ainda se mantivesse oficialmente casada. Há muito que não tinha contacto com o marido quando soube que este tinha morrido. Acontece que, ao dirigir-se à casa onde o pai do filho vivia, Celeste encontrou um tesouro do qual agora não está disposta a abrir mão.