Em «A Sentença», João Patrício apresenta o caso «Empregada do Mês». Cláudia conta que a sua tia, recentemente falecida, era uma pessoa reservada e difícil de aproximar, e que a sua empregada, Dora, frequentemente dificultava o contacto da família com ela, alegando falta de disponibilidade ou condições para receber visitas. Após a morte, a tia deixou uma herança superior a um milhão de euros: metade dividida entre os sete sobrinhos e a outra metade entregue unicamente a Dora. Agora, os sobrinhos querem contestar a decisão, apesar de estar expressa no testamento.