Em «A Sentença», João Patrício apresenta o caso «Nada é para sempre». Em troca de 1200 euros Miguel receberia para sempre um exemplar em papel e acesso ilimitado a edição digital de um semanário que foi declarado insolvente me 2022. Em 2024, dois anos depois da insolvência da publicação, outro jornal da região adquiriu o título num leilão. Miguel quer obter de novo os privilégios mas a nova editora recusa porque o título não incluiu obrigações com antigos proprietários.