Em «A Sentença», João Patrício apresenta o caso «Prémio imaginário». Um erro no processamento salarial levou Bruna a receber, além do seu ordenado, o vencimento de um colega. A assistente administrativa acreditou tratar-se de um prémio de produtividade e acabou por gastar o dinheiro. Quando a empresa de telecomunicações detetou a falha e pediu a devolução do valor, Bruna recusou, alegando nunca ter sido reconhecida pelo seu desempenho e considerando o montante uma compensação justa. Débora, responsável pela equipa, garante que Bruna foi informada do engano e, ainda assim, decidiu ficar com um valor que sabia não lhe pertencer, acusando-a também de ter causado prejuízos à empresa através de uma publicação considerada falsa e difamatória nas redes sociais.