No «Bom Dia Alegria», Júlio Isidro fala com rara honestidade sobre o início da sua carreira e as consequências de uma vida entregue ao trabalho. Entre a rádio, a televisão, o serviço militar e o trabalho como delegado de propaganda médica, o comunicador confessa que chegou a trabalhar «28 horas por dia». O preço foi elevado: um dia regressou a casa e encontrou a mala na escada, sinal de que o primeiro casamento tinha chegado ao fim. Ainda hoje, admite ter um “défice” em relação à filha Inês, que procura compensar com amor e presença.