Azeredo Lopes observa que, desde que se iniciaram os processos negociais, a Rússia quis mostrar que tinha a capacidade de atacar a Ucrânia com "grande eficiência ou, pelo menos, com grande quantidade de meios". Já a Ucrânia, destaca o comentador, "tem feito questão de mostrar a capacidade para atingir a Rússia onde lhe dói".