Marina Moucho, diretora do serviço de obstetrícia do Hospital São João, no Porto, desmonta as declarações do presidente norte-americano, Donald Trump, e afirma que "não há evidências" que provem que a toma de paracetamol durante a gravidez seja uma das causas do autismo. A médica recorda ainda que o paracetamol é um dos medicamentos mais utilizados em todo o mundo: "O paracetamol foi introduzido no mercado em 1955, já havia diagnóstico de autismo antes disso".