Henrique Pereira dos Santos, arquiteto paisagista, explica como as cidades estão preparadas (ou não) para reagir a fenómenos climatéricos extremos. “As sociedades mudam no sentido de se adaptar”, vinca, falando em menos mortes na sequência de catástrofes naturais. E dá o exemplo concreto de Lisboa, onde houve decisões do passado que muito influenciam hoje a dinâmica do passado.