Tiago André Lopes diz que o novo plano de 22 pontos para a Ucrânia nasce de um processo em que os EUA voltam a “secundarizar” a União Europeia e onde a realidade do campo de batalha pesa mais do que os princípios.
O comentador lembra ainda que a Rússia controla cerca de 20% do território ucraniano e que ignorar esse facto “é não perceber muito do que se passa em diplomacia”, apontando que Moscovo dificilmente aceitará qualquer solução que não consagre, de forma clara, o controlo da Crimeia, de Lugansk e de Donetsk.