Os dados do Observatório de Mulheres Assassinadas voltam a expor a gravidade da violência de género em Portugal. Para analisar estes números e explicar porque continuam tão elevados, Cátia Pontedeira, criminóloga da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), ajuda-nos a compreender o que está por trás desta escalada e quais as falhas estruturais que persistem.