Orlando Samões considera que a retirada do "deadline" por Trump não muda o essencial, ou seja, "todos querem que a guerra acabe muito depressa", mas cada lado quer garantir a sua própria vitória.
O especialista em relações internacionais diz que a Ucrânia resiste militar e mentalmente, apoiada sobretudo por Starmer e Macron, enquanto figuras como Witkoff ajudam Moscovo a "cortejar" Trump e a aproximar a posição dos Estados Unidos da Rússia, tornando ainda mais difícil a margem de manobra de Zelensky.