Bernardo Gomes, da Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública, apela à vacinação, etiqueta respiratória, ventilação e uso de máscara, explicando quando procurar ajuda por “sinais de alarme” como falta de ar ou febre persistente.
O especialista defende escolhas prudentes na consoada se houver sintomas e contextualiza os planos de contingência hospitalares, referindo também o peso dos internamentos sociais na pressão sobre o SNS.