Com críticas aos líderes partidários, António José Seguro tem propostas para "organizar a imigração"
António José Seguro começa o “Liberdade” desta semana com uma crítica aos líderes partidários (exceção feita a Rui Tavares do Livre) por terem faltado ao debate de preparação do Conselho Europeu, numa altura em que a eleição de Donald Trump e a sua posição em relação à NATO trazem novos desafios à União Europeia.
“É importante que olhemos para a realidade e deixemos de acender velinhas em relação àquilo que se passa nos EUA”, defendeu.
Na análise ao último debate quinzenal com o primeiro-ministro, Seguro vincou que Montenegro esteve “menos bem” nas perguntas diretas e lamentou que o tema da habitação tenha sido o grande “ausente” no hemiciclo.
No seu espaço de comentário, António José Seguro quis contribuir para “a organização da imigração”, com sugestões como a criação de uma plataforma que permitisse não só publicar vagas de emprego, mas também dar garantias de alojamento e de seguimento aos processos dos imigrantes que entrarem em Portugal.
Questionado por uma telespectadora sobre a falta de consensos políticos em Portugal, Seguro arriscou uma explicação: “Hipocrisia a mais e coragem política a menos”.
Neste “Liberdade” mostrou ainda os sinais que evidenciam que o SNS está “em perigo”.
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