O advogado Carlos Melo Alves considera que o modelo de averiguação preventiva aplicado ao primeiro-ministro “não faz sentido” do ponto de vista jurídico e que o Ministério Público já deveria ter avançado para inquérito, fixando prazos claros para entrega de documentos.
Em análise ao caso Spinumviva, o convidado do CNN Prime Time defende que a demora e o “pingue-pongue” com suspeitos e entidades mostram um MP “indeciso” e com menos instrumentos do que teria num processo formal.