É o fim de um cessar-fogo muito frágil entre Israel e o Hezbollah. Pelo menos 50 mortos do lado libanês
O segundo dia de confrontos entre os xiitas radicais do Hezbollah e o exército de Israel ficou marcado pela entrada de tropas do Estado hebraico em território libanês, com o objetivo - anunciado por Telavive - de eliminar o que define como ameaças à integridade territorial.
Os confrontos agravaram-se entre as partes depois do Hezbollah ter atacado um complexo militar israelita perto da cidade de Haifa, no norte do país. O cessar-fogo, assinado em novembro de 2024 entre os xiitas radicais e o exército de Telavive, parece assim ter ficado em letra morta, sobretudo depois das declarações do primeiro-ministro de Israel, durante uma visita a uma base militar.
Benjamin Netanyahu disse que o Hezbollah cometeu "um grande erro" ao atacar Israel e que iriam responder "com toda a força," como "já tinham feito." Os avisos ao Hezbollah também se dirigiram ao governo do Líbano, que ordenou ao exército nacional retirar do sul do país.
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