Depois da rubrica “Nas Costas dos Outros”, que mostrou como, em poucos minutos, as crianças cediam a um estranho que as abordava num jardim, aceitando sair daquele local com ele ou revelando informações pessoais, fica aqui a avaliação da psicóloga Melanie Tavares. Apesar de darmos cada vez mais atenção aos perigos online, diz, a verdade é que os “perigos reais” não desapareceram. Os predadores recorrem a estratégias como a oferta de doces, a referência à amizade aos pais ou o uso de animais para levar a sua avante.