No «Dois às 10», Diogo conta que, a 2 de março de 2025, ao mudar a fralda ao filho, reparou que ele não tinha urinado nada durante a noite e que tinha umas pintas. Passado algum tempo, começou a ficar prostrado e a querer desmaiar. No hospital, só uma terceira médica é que percebeu que ele estava em sépsis. Seis órgãos do menino entraram em falência. Diogo pediu repetidamente para que o filho não o abandonasse e pedia que ele respondesse a “O Panda é… fixe!”. Guilherme esteve às portas da morte, os médicos acharam mesmo que o menino não ia sobreviver. Ele estava com os olhos tapados (estavam em sangue), com o corpo cheio de manchas e castanho… irreconhecível! Durante os três meses nos cuidados intensivos, Gui teve mais obstáculos: paragens cardíacas e necrose nos dedos das mãos e pés que levou a algumas amputações. Diogo acha mesmo que é um milagre o filho estar vivo, mas a mãe Vanessa não esconde as saudades que tem do filho que tinha antes disto tudo acontecer. Antigamente mandava-o calar ou parar quieto, hoje em dia reina o silêncio!