Durante seis anos, uma teia de influências foi tecida nos bastidores da saúde. O ex-presidente da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares, Alexandre Lourenço, viajou pelo mundo à custa da indústria farmacêutica. Mas, enquanto isso, continuava a ser pago pelo CHUC, o hospital público em Coimbra, onde acumulava faltas injustificadas.
O gestor, atual presidente da ULS Coimbra, manipulava o sistema de registo biométrico, mas as aparições nas redes sociais contradizem os registos oficiais.