As três empresas de fachada - Kotrik Industrial, Kotrik Rosas e Stocco -, responsáveis por fazer contratos à distância com imigrantes e exigirem 300 euros por documentação, têm sócios estrangeiros e estão constantemente a mudar de nome.
Além disso, na morada identificada como sede das empresas, a equipa do Exclusivo nunca encontrou ninguém que se assuma ligado à legalização de imigrantes, e só uma delas faturou cinco milhões de euros em 2023.
Soubemos também que, neste esquema, intervêm duas cidadãs brasileiras que tratam da documentação dos trabalhadores. Cada uma delas é representante legal de centenas destas pessoas que não conhecem.