Casimiro Nunes teve autorização para lecionar no Centro de Estudos Judiciários nos próximos três anos, mas o procurador-geral da República revogou a comissão de serviço e abriu uma guerra sem precedentes. O argumento: o procurador do DCIAP deve terminar as três investigações ao caso EDP que ainda estão em curso e fazê-lo a tempo inteiro.