Guida tenta desmentir o que disse, mas António não deixa, pois sabe bem o que viu e ouviu. Guida diz que só o quis calar, porque não parava de falar nos eventos que a Bela Vida já organizou, mas António garante que ela fez uma cara de quem teve uma visão e Aida quer saber que visão foi essa afinal.
São diz que Vuitton não pode desistir de dar aulas, porque o dinheiro faz-lhes falta para pagar o IMI. Vuitton não quer acreditar no que está a ouvir e afirma que o dinheiro que ganhar é para ela e não para pagar o IMI. Os pais lembram que ela mora ali em casa de graça e que está na altura de contribuir. Vuitton sai a chorar. São culpa Fernando pelo sucedido.
Guida já cedeu, embora nunca assuma completamente o que "viu". Guida diz que teve a sensação que ia acontecer uma coisa em grande na aldeia, que os ia unir a todos, mas que depois também vai deixar a aldeia em estado de sítio. Aida e António ficam entusiasmados, curiosos e apreensivos.
Estão todos a jantar e cada um fala sobre o assunto que lhe diz respeito. Aida fala do evento que Guida previu e não tem dúvidas de que é ela a protagonista. Elisabete pondera ir trabalhar para a junta, mas Tomé não quer que ela saia do café. Assim ficam cada um a falar para seu lado, até que Josefa tem de se impor e pôr ordem naquilo.
Aida continua a falar sobre o evento que Guida previu, contando como as coisas aconteceram. Tomé diz que sabe que evento é esse e revela que o Largo da igreja vai passar a chamar-se Largo Tomé Trindade.
Florinda e Glória estão a rezar. Ivone finge que reza, mas lê uma revista. Albino chega a casa e conta que o largo da igreja vai passar a chamar-se largo Albino de Jesus. Todas ficam espantadas e perguntam se isso é possível. Glória diz que é uma heresia e no que depender dela, isso não irá acontecer.
São e Fernando estão amuados um com o outro. Aurélio chega e conta que Agostinho foi convidado para ser vice-presidente da junta e já está a tomar medias. A primeira é mudar o nome do largo da igreja para Largo Agostinho Carneiro. São fica escandalizada e exige que Fernando faça alguma coisa. Mais uma vez, ele desespera.
Aida está eufórica com a novidade e Josefa diz que podiam passar a cobrar para entrar no largo. Elisabete não quer acreditar nos disparates que ouve. Aida tem uma ideia e pede silêncio. Aida diz que o largo devia era ter o seu nome, pois faz muito mais pela aldeia do que qualquer outra pessoa. Tomé fica passado e chama-a de gatuna.