Teixeira também já está a beber e vão fazendo planos sobre a sua nova vida em Lisboa. Vão dizendo o que gostam ou não de fazer em casa, alinhando tarefas domésticas. Falam de forma sonhadora, por entre sorrisos e beijos.
Delfim fica muito atrapalhado, mas tenta disfarçar e diz que Josefa soube que ele ia voltar para Lisboa e veio despedir-se. Josefa é que começa a não gostar da conversa, mas Delfim despacha-a e fecha a porta. Joana diz que está muito orgulhosa do pai, por fazer amigos por onde passa. Delfim fica mais aliviado e leva Joana dali. Josefa continua a bater à porta e a dizer coisas impercetíveis.
Estão todos à mesa, mas Fernando continua a fingir que está a fazer greve de fome e que já está muito fraco. Vuitton começa a ficar preocupada e São também, embora não queira demonstrar. Vuitton pede ao pai para comer, mas ele recusa-se. Jorge encobre o tio. São pede a Jorge para fazer alguma coisa, mas Fernando diz que só volta a comer se puder dar o seu nome à rua.
Ninguém se apercebe de que Ana Carolina não está a achar piada nenhuma à ideia de casarem juntos e ela tenta ao máximo não ser desagradável, mas a verdade é que a ideia de casar em simultâneo não lhe agrada nada.
Albino vai ter com o Padre e diz-lhe que concorda com a ideia de dar o nome de Corcovada ao largo, apesar de saber que Corcovada é uma pessoa muito modesta e que não gosta daquele tipo de homenagens. Albino informa que já começou a tratar das burocracias para fazer a alteração do nome. O Padre finge que acredita naquela boa vontade de Albino para não se chatear.
São pergunta a Jorge se não acha que o tio deve ir ao psicólogo. Jorge diz que não percebe nada disso, mas se Fernando não quer ir, não devia ir contrariado. São diz que Jorge não percebe nada do assunto. São obriga Fernando a ir ao psicólogo ou então tem de comer. Fernando começa a achar que foi má ideia fazer greve de fome, mas não pode ceder.