Xibanga percebe que Agostinho está cabisbaixo e ele assume que está com saudades das suas mulheres. Xibanga sugere que ele traga algumas para a aldeia, mas Agostinho não sabe se será boa ideia. Xibanga incentiva-o a experimentar.
Jorge conta a Manuela que Fernando não está mesmo a fazer greve de fome e está só a fingir, para convencer São a deixar que seja ele a dar nome à rua. Manuela adota a sua postura de psicóloga e quer saber mais sobre a infância de Fernando. Jorge lembra-a de que não é psicóloga e já está arrependido de ter contado aquilo. Teixeira expulsa São e Vuitton do gabinete.
Guida está radiante por ir voltar para Lisboa e Aida acha que aquilo vai dar confusão com Josefa. Aida pergunta como vão fazer com a mercearia, mas Guida está tão feliz, que nem se importa de devolver a sua parte a Aida, com a condição de lhe enviar um cabaz gourmet todos os meses e aumentar António. Aida fica eufórica e abraça Guida. António abraça as duas.
Gabanna passa pelas ruas da Bela Vida, contente por ir embora da aldeia e não ter de aturar mais gente doida. Joana aparece e mete-se com ele. Joana conta-lhe que os pais vão voltar para Lisboa, mas ela vai ficar mais uns dias e vai ter a casa só para ela. Gabanna fica atrapalhado. Delfim aparece e estranha ver Joana ali. Ela muda logo de postura.
Teixeira tenta perceber por que motivo Fernando está a fazer greve de fome e alerta-o para os malefícios para a saúde. Fernando revela que não está realmente a fazer greve de fome e apenas está a fingir. Fernando diz que não pode aceitar que São dê o nome à rua, em vez dele e se Teixeira não o ajudar, vai mesmo fazer greve de fome e a culpa também vai ser de Teixeira.
Peixoto já está reunido com Albino e a tentar processar aquilo que ele lhe pediu. Albino quer a placa com o nome de Corcovada para o largo e por baixo e com letra maior, quer que escreva que foi Albino que inaugurou aquela obra. Peixoto não acha correto e Albino lembra que ele é que está a pagar a obra, por isso vai ser assim como ele lhe está a dizer.
Delfim foi a casa de Tomé, mas este não se mostra muito simpático, devido à história com Josefa. Delfim diz que vai mesmo voltar para Lisboa com a família e é por isso que está ali, para resolver o problema com Josefa e com a ajuda de Tomé. Este não está a gostar nada da conversa.
Lenita está a arrumar as suas coisas para ir embora da aldeia e emociona-se porque foi muito feliz ali. Rufino não se conforma por ela ir embora, ainda que reconheça que Teixeira é um bom homem para Lenita e ela merece ser feliz. Lenita também quer que Rufino seja feliz e acha que ele ainda vai encontrar um grande amor. Rufino não está a ver quem, mas nisto entra Ivone, como se fosse um sinal.
Delfim propõe que Tomé convença Josefa de que é melhor ser sua amante, do que ser sua mulher, pois assim só fica com a parte boa da relação. Tomé não fica nada agradado com a proposta, mas Delfim diz que lhe vai pagar uma boa quantia por isso, além do mais, Josefa nunca foi uma boa irmã e até já o roubou no passado. Tomé fica convencido e fecha negócio com Delfim.
Lenita está surpreendida por ver Ivone ali e pergunta-lhe o que veio fazer. Ivone queixa-se que as matinés dançantes ficaram em águas de bacalhau e gostava que voltassem a ser organizadas, pois precisa muito de dar à anca. Rufino diz que as matinés não dão lucro, porque as pessoas da idade de Ivone não bebem muito. Lenita tem uma ideia e quer partilhá-la.