EP 135 Alguém que pare a Aida!

Episódio 135.

Seg, 11 out 2021 22:00 TVI

Neste episódio

Em «Festa é Festa», Nelinha (Inês Herédia) está sentada na secretária do Oldsitting e trata de assuntos da empresa quando a campainha do veterinário toca. Manuela entra no gabinete do veterinário e depara-se com vários animais muito agitados. Alice diz que precisa de ajuda para acalmar os animais e explica que beberam água contaminada. Manuela começa por querer saber se eles têm marcação, mas depois prepara-se para entrar em ação, pois já viu vários vídeos no instagram sobre o que fazer.

Abel está a refilar com Albino, que o escuta com ar sobranceiro. Abel queixa-se da falta de álcool gel, postos de testagem e uso de máscaras. Albino olha para ele como se não percebesse nada do que ele está a dizer, mas não gosta quando ele lhe diz que devia usar máscara para esconder a sua cara.

Corcovada está a olhar para o último livro que Ana Carolina leu e confessa ter muitas saudades dela. Florinda não se descose e diz que também sente muito a falta dela.

Nelinha (Inês Herédia) está sentada numa cadeira a relaxar. Um amigo de Manuela aparece e diz a Fátima (Marta Andrino) que Nelinha se inscreveu num concurso de talentos. Fátima fica triste por não lhe ter contado mas Nelinha explica-lhe que é um assunto privado e que foi por isso que não contou logo. Nelinha diz a Fátima que se inscreveu num concurso musical e mostra-lhe o que vai fazer na sua atuação.

Manuela (Inês Herédia) está sentada na secretária do Oldsitting e trata de assuntos da empresa quando a campainha do veterinário toca. Manuela entra no gabinete do veterinário e depara-se com vários animais muito agitados. Alice (Telma Cardoso) diz que precisa de ajuda para acalmar os animais e explica que beberam água contaminada. Manuela começa por querer saber se eles têm marcação, mas depois prepara-se para entrar em ação, pois já viu vários vídeos no instagram sobre o que fazer.

Abel (Júlio César) está a refilar com Albino (Pedro Alves), que o escuta com ar sobranceiro. Abel queixa-se da falta de álcool gel, postos de testagem e uso de máscaras. Albino olha para ele como se não percebesse nada do que ele está a dizer, mas não gosta quando ele lhe diz que devia usar máscara para esconder a sua cara.

Corcovada (Maria do Céu Guerra) está a olhar para o último livro que Ana Carolina (Beatriz Barosa)  leu e confessa ter muitas saudades dela. Florinda (Ana Brito e Cunha) não se descose e diz que também sente muito a falta dela.

Alice está incrédula com a forma que Manuela arranjou para tentar acalmar os animais e que passa por dar ração de cão a todos. Alice acha que não está a resultar e sugere que Manuela a deixe tratar do assunto com o dono dos animais. Manuela põe as culpas na ração por ser de marca branca.

Florinda sugere fazer um churrasco para o jantar e Corcovada fica logo toda animada. Florinda continua a guardar segredo sobre a visita de Ana Carolina. Corcovada convida Albino e Carlos (Rodrigo Paganelli) para jantarem com elas, pois quer ouvir a versão de Albino sobre a viagem a Paris.

Albino e Peixoto (Vítor Emanuel) já não podem ouvir Abel e tentam fugir para a rua, mas Aida (Ana Guiomar) entra e eles petrificam. Tomé (Pedro Teixeira) diz que não precisam de ter medo de Aida porque ela é da paz, mas neste momento ninguém acredita muito naquilo, nem mesmo Tomé.

Florinda diz que vai precisar da ajuda de Carlos para preparar o jantar de logo à noite. Carlos protesta por ser churrasco e ter de ficar ele a tratar da carne, mas entre ser ele e a mãe, prefere ser ele. Florinda continua a guardar segredo sobre Ana Carolina vir jantar com eles.

Tomé tenta, em vão, retirar as facas das mãos de Aida, que está inconsolável com o vídeo dela que anda a circular. Aida pede a Tomé para fazer alguma coisa, mas ele não sabe como ajudar e refere que também está a ter um dia difícil. Aida magoa Tomé de propósito e chama-lhe Abel, porque sabe que ele não gosta.

Albino entra pelo gabinete adentro a refilar por ter levado com Abel a reclamar de tudo e ainda lhe ter dito que tinha cara de feirante. Elisabete (Ana Marta Contente) quer falar com Albino por causa de Valquíria (Maria Sampaio), mas ele diz que agora não tem cabeça para isso. Manel ajuda Carlos com as compras, mas protesta por ter sido tudo em cima da hora. O Padre (Carlos M. Cunha) aparece para comprar vinho e chama Manel (Vítor Norte) à atenção por já há muito tempo não ir à missa. Manel tenta desculpar-se e diz que a sua vida não tem andado fácil. António (Luís Simões) entrega um vinho ao Padre, mas ele diz que quer um melhor.

Albino está ao telemóvel com Florinda, quando Elisabete aparece e faz uma cena de ciúmes por Albino estar ao telemóvel com a mulher. Albino fica aflito com medo que Florinda oiça. Valquíria anuncia Mário e Albino diz que tem de desligar a chamada. Albino fica a reclamar da vida. Florinda está a conferir as comprar para começar a tratar do jantar, quando percebe que falta o feijão e manda Carlos voltar à mercearia. Ele protesta, mas não tem outro remédio.

Corcovada está a ver o stock de bebidas e pede a Carlos para comprar mais. Nisto alguém bate à porta e os dois iluminam-se ao ver Ana Carolina. Carlos e Ana Carolina têm o olhar preso um no outro. Ana Carolina e Carlos não tiram os olhos um do outro. É um olhar de surpresa, mas também de tensão e constrangimento. Corcovada está radiante com a visita da bisneta e quer pegar-lhe ao colo, mas Ana Carolina acha melhor ser ela a pegar na avó e rodopia com ela no ar.

Aida já voltou à loja e já pousou as facas em cima do balcão. António pergunta-lhe se aquele vídeo é mesmo verdadeiro e Aida confirma que sim, mas tenta convencê-lo de que foi obrigada a dizer aquilo. António quer ajudar Aida, mas não quer mentir às pessoas. Aida fica arrasada.

Isabel (Marta Melro) entra no café a teclar furiosamente no telemóvel e Tomé decide ir atendê-la. Tomé até se engasga quando Isabel olha para ele e sorri. Tomé pergunta-lhe se está a gostar de estar na aldeia e ela diz que pensava que não, mas afinal sim. 


Sobre «Festa é festa»

Todos querem fazer um brilharete neste festejo, com vista à herança da idosa, não se poupando a esforços (tal como fazem há mais de vinte anos, mas a idosa não há maneira de se finar...), nomeadamente Albino, o figurão da aldeia, que é, nada mais, nada menos, que o Presidente da Junta. Presidente esse que é também o Presidente da Comissão de Festas. E o Presidente da Casa do Povo. E do Clube de Hóquei em Patins. E coveiro. E tudo, basicamente. Um pavão, que se acha o Marcelo da Aldeia. 

Assim, a festa que, supostamente, seria um motivo de concórdia entre toda a população, vai ser tudo menos isso, começando pela sua organização. Isto porque Tomé (dono do café da aldeia e o “Correio da Manhã” de serviço no que toca a coscuvilhices), o grande rival de Albino desde sempre, vai disputar com ele a presidência da comissão de festas, visto o ano passado competir-lhe a ele, mas a festa não se ter realizado por causa da pandemia. Só que Albino jamais lhe dará essa missão num ano tão simbólico, que pode ser o último de Corcovada. Mas, também, porque cedo recebem na aldeia a notícia de que a TVI vai transmitir a festa em direto. E é aqui que toda a aldeia vai querer dar o seu melhor, defendendo cada um dos intervenientes os seus interesses, mesmo que isso colida de frente com os dos outros. 

Também com vista na herança da idosa, em Lisboa, o neto falido da mesma (um “tio” lisboeta, meio pedante) tem o plano de enviar a sua filha (bisneta da idosa) para a aldeia, no sentido de conquistar e construir uma relação com a idosa, mas com a desculpa da filha ir “curar-se” de um enorme desgosto amoroso que acabou de ter, visto o namorado tê-la trocado pela sua melhor amiga. 

E eis que, quando uma jovem lisboeta, altamente cosmopolita e tecnológica... e queque, cai contrariada naquilo que considera um fim-de-mundo, nomeadamente por não ter shoppings, lifestyle e 4G só de vez em quando... 

Tem tudo para correr mal, não fosse a meio do processo encantar-se por um jovem aldeão, que pouco ou nada conhece fora daquela aldeia. Ou seja, duas pessoas de dois mundos completamente diferentes e antagónicos. Este jovem é filho de Albino, mas a antítese do pai. É um rapaz simplório, acólito, trabalhador, mas com uma falta de jeito (e experiência) gritante com as mulheres. Todavia, irá desde cedo sentir o seu coração a palpitar por Ana Carolina. 

Contudo, a chegada de uma família de emigrantes “filhos da terra”, vai agitar, não só a aldeia, como também o coração destes dois jovens, já que dessa família fazem parte os jovens irmãos gémeos, falsos, Louis e Vuitton, um rapaz e uma rapariga que irão despertar paixões em Ana Carolina e Carlos, respetivamente, criando dois triângulos amorosos tão surpreendentes, como inesperados. 

Inesperados serão também os acontecimentos que se sucederão nesta aldeia, cujos habitantes teimam em fazer de cada dia uma “aventura” diferente, com peripécias e conflitos, que parecem não ter fim. 

De forma humorada, pretende-se com Festa é Festa fazer um retrato do Portugal real, das raízes e cultura do seu povo, ficcionando temas do dia-a-dia da vida das pessoas, num universo tão português, como é a aldeia e o seu evento maior: a festa. 

E é assim, que esta aldeia tão portuguesa verá retratada, de uma forma totalmente abrangente e transversal, todos os temas das sociedades atuais, personalizado em pessoas que “se não existissem, tinham de ser inventadas”. 
Foi o caso...  

Ficha Técnica

Título Original: Alguém que pare a Aida!
Categoria: Novela nacional
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