EP 356 O salto de para-quedas

Episódio 356.

Sáb, 2 jul 2022 21:45 TVI

Neste episódio

O Sôtor (José Carlos Pereira) impacienta-se para saber que coisa séria é que Nelinha (Inês Herédia) tem para dizer, mas como sempre, ela começa com rodeios. Nelinha lá diz que decidiu ir no cruzeiro, caso passe nos exames para a Faculdade. O Sôtor fica espantado, mas Nelinha diz-lhe para ter calma porque ainda há mais.

Corcovada (Maria do Céu Guerra) anda pelo areal a fazer compras nos vendedores de praia. Manel (Vítor Norte) carrega os sacos com as compras e queixa-se que aquilo não é nenhum centro comercial. Corcovada quer comprar tudo o que vê e para toda a gente. Manel desespera. 

Nelinha afirma que não é de rodeios e sem qualquer aviso, aproxima-se do Sôtor e beija-o. Nelinha revela que quer ir ao cruzeiro com ele e em cada frase que diz, beija-o. O Sôtor quer responder, mas não consegue porque ela está constantemente a beijá-lo. No final é o Sôtor que a beija de forma quase cinematográfica. 

Aida (Ana Guiomar) percebe que algo se passa com Tomé (Pedro Teixeira) e desconfia que ele tenha apanhado um escaldão nos pés. Tomé lá assume que apanhou mesmo e também se queixa que não têm feito nada para salvar o matrimónio. Aida concorda e combina fazerem um programa a dois. 

Paulo (Hélder Agapito) e Betinha (Ana Marta Contente) assistem ao pôr do sol e como Betinha está muito calada, Paulo acha que ela não gostou de fazer mergulho. Betinha diz que adorou e que está muito comovida com tudo o que ele tem feito por ela e pela forma como a tem tratado.

Quina (Maria Rueff) conta a Glória (Catarina Avelar) as dificuldades que tem tido no desempenho das suas tarefas e informa que têm de enviar um email para fazer a candidatura da aldeia, mas que nem sabe o que isso é e nem tem vontade de aprender. Glória queixa-se que o trabalho é mais difícil do que parecia. 

Vânia quer terminar a relação com Jorge (Manuel Melo). Ele não estava nada à espera daquilo e quer saber porque motivo ela quer acabar. Vânia acha que Jorge não quer nada sério e que ela só está a perder tempo. Jorge fica sem saber o que dizer. Jorge está a tentar fazer Vânia mudar de ideias e para lhe provar que está enganada em relação aos sentimentos dele, convida-a para morar com ele. Vânia fica empolgada.

Aida e Tomé estão muito empolgados com a atividade que vão fazer, embora Tomé ainda não saiba do que se trata. Aida revela que vão fazer skydive, mas Tomé fica na mesma. Quando Aida lhe diz que vão saltar de paraquedas, ele passa-se e afirma veemente que não salta.

Fátima (Marta Andrino) e Josefa (Rita Salema) estão a conversar quando aparece Valquíria (Maria Sampaio) com um look diferente. Fátima estranha logo e pergunta-lhe se foi assaltada. Josefa pergunta quem é aquela mulher e Valquíria diz-lhe que é mulher do Peixoto. Josefa fica muito confusa e afirma que não é, mas Fátima confirma que é. Josefa já não percebe nada.

Tomé recusa-se a saltar de paraquedas e Aida insiste que aquilo não é nada demais. Tomé tinha pensado num programa mais calmo e afirma que ninguém o vai obrigar a saltar. O instrutor aparece e pergunta se estão prontos para a aventura.


Sobre «Festa é festa»

«Festa é Festa» conta a história de uma aldeia, que este ano prepara a maior e melhor festa da aldeia de sempre. Isto porque é o ano em que a maior benemérita/mecenas (D. Corcovada) dessa mesma aldeia cumpre o seu centenário.

Todos querem fazer um brilharete neste festejo, com vista à herança da idosa, não se poupando a esforços (tal como fazem há mais de vinte anos, mas a idosa não há maneira de se finar...), nomeadamente Albino, o figurão da aldeia, que é, nada mais, nada menos, que o Presidente da Junta. Presidente esse que é também o Presidente da Comissão de Festas. E o Presidente da Casa do Povo. E do Clube de Hóquei em Patins. E coveiro. E tudo, basicamente. Um pavão, que se acha o Marcelo da Aldeia. 

Assim, a festa que, supostamente, seria um motivo de concórdia entre toda a população, vai ser tudo menos isso, começando pela sua organização. Isto porque Tomé (dono do café da aldeia e o “Correio da Manhã” de serviço no que toca a coscuvilhices), o grande rival de Albino desde sempre, vai disputar com ele a presidência da comissão de festas, visto o ano passado competir-lhe a ele, mas a festa não se ter realizado por causa da pandemia. Só que Albino jamais lhe dará essa missão num ano tão simbólico, que pode ser o último de Corcovada. Mas, também, porque cedo recebem na aldeia a notícia de que a TVI vai transmitir a festa em direto. E é aqui que toda a aldeia vai querer dar o seu melhor, defendendo cada um dos intervenientes os seus interesses, mesmo que isso colida de frente com os dos outros. 

Também com vista na herança da idosa, em Lisboa, o neto falido da mesma (um “tio” lisboeta, meio pedante) tem o plano de enviar a sua filha (bisneta da idosa) para a aldeia, no sentido de conquistar e construir uma relação com a idosa, mas com a desculpa da filha ir “curar-se” de um enorme desgosto amoroso que acabou de ter, visto o namorado tê-la trocado pela sua melhor amiga. 

E eis que, quando uma jovem lisboeta, altamente cosmopolita e tecnológica... e queque, cai contrariada naquilo que considera um fim-de-mundo, nomeadamente por não ter shoppings, lifestyle e 4G só de vez em quando... 

Tem tudo para correr mal, não fosse a meio do processo encantar-se por um jovem aldeão, que pouco ou nada conhece fora daquela aldeia. Ou seja, duas pessoas de dois mundos completamente diferentes e antagónicos. Este jovem é filho de Albino, mas a antítese do pai. É um rapaz simplório, acólito, trabalhador, mas com uma falta de jeito (e experiência) gritante com as mulheres. Todavia, irá desde cedo sentir o seu coração a palpitar por Ana Carolina. 

Contudo, a chegada de uma família de emigrantes “filhos da terra”, vai agitar, não só a aldeia, como também o coração destes dois jovens, já que dessa família fazem parte os jovens irmãos gémeos, falsos, Louis e Vuitton, um rapaz e uma rapariga que irão despertar paixões em Ana Carolina e Carlos, respetivamente, criando dois triângulos amorosos tão surpreendentes, como inesperados. 

Inesperados serão também os acontecimentos que se sucederão nesta aldeia, cujos habitantes teimam em fazer de cada dia uma “aventura” diferente, com peripécias e conflitos, que parecem não ter fim. 

De forma humorada, pretende-se com Festa é Festa fazer um retrato do Portugal real, das raízes e cultura do seu povo, ficcionando temas do dia-a-dia da vida das pessoas, num universo tão português, como é a aldeia e o seu evento maior: a festa. 

E é assim, que esta aldeia tão portuguesa verá retratada, de uma forma totalmente abrangente e transversal, todos os temas das sociedades atuais, personalizado em pessoas que “se não existissem, tinham de ser inventadas”. 
Foi o caso...

Elenco: Maria do Céu Guerra, Pedro Teixeira, Ana Guiomar, Pedro Alves, Ana Brito e Cunha, Sílvia Rizzo, Maria Rueff, Manuel Marques, Inês Herédia, Aldo Lima, Carlos M. Cunha e muitos mais.

 

Produção 
Ana Antunes
Realização
António Borges Correia
Nuno Franco 
Rodrigo Duvens Pinto
Pedro Brandão
Cenografia
Catarina Amaro
Produção Musical
António Lopes
Sonoplastia
Luís Mendes
Direção de Produção
Pedro Miranda
Consultoria Geral
José Eduardo Moniz
Direção Artística
Hugo de Sousa
Direção de Conteúdos e Produção
Gabriela Sobral
Direção de Entretenimento e Ficção TVI
João Patrício, Lurdes Guerreiro, André Manso
Diretora de Entretenimento e Ficção TVI
Cristina Ferreira
Diretor Geral TVI
Hugo Andrade
Uma Produção Plural para a TVI
 

Ficha Técnica

Título Original: O salto de para-quedas
Categoria: Novela nacional
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