EP 367 Sôtor «encosta» Nelinha à parede

Episódio 367. 

Sáb, 16 jul 2022 21:45 TVI

Neste episódio

Bino (Pedro Alves) chega à Junta e cumprimenta Betinha (Ana Marta Contente). Distraidamente cumprimenta também o golfinho, só depois repara melhor e questiona Betinha. Bino vê a foto de Betinha e Paulo e fica picado.  Bino pede satisfações a Betinha sobre o golfinho, mas ela passa-se e diz-lhe que ele perdeu completamente o direito de se meter na sua vida. Bino engole em seco.  

Ana Carolina (Beatriz Barosa) abre o seu coração ao Padre (Carlos M Cunha). Ela diz que já nada é como antes e não percebe porquê. Ela garante que faz de tudo para que estejam bem, mas Carlos (Rodrigo Paganelli) não faz o mínimo esforço. O Padre fica comprometido, dado o que sabe sobre Fátima.

Glória (Catarina Avelar) e Josefa (Rita Salema) chegam à Junta e Betinha (Ana Marta Contente) pergunta a Glória se vem arrumar o que desarrumou durante a sua invasão à Junta. Glória não gosta do comentário e pede-lhe para ter cuidado com a candidatura da aldeia a melhor destino turístico para a terceira idade. Betinha fica chocada por ver um documento escrito à mão e com papel químico.

O Padre tranquiliza Ana Carolina e diz-lhe para ouvir o seu coração, pois ele saberá sempre o que fazer. Ana Carolina fica esperançada e abraça o Padre. Celeste (Margarida Antunes) entra por ali aflita e avisa que está prestes a acontecer uma desgraça, porque Bino se pôs à frente das máquinas.

Bino está indignado por andarem a fazer obras na aldeia sem o seu consentimento e pede a Peixoto (Vítor Emanuel) para pôr tudo como estava. Este diz que para fazer isso precisa primeiro do pagamento. Bino não quer acreditar no que acabou de ouvir. Betinha continua a tentar obter explicações sobre a candidatura a papel-químico, mas Glória e Josefa acham que ela nunca vai perceber porque é de outra geração. Glória afirma que aquela candidatura vai dar o passaporte à Bela Vida para o futuro. Betinha prevê muitos problemas.

Nelinha (Inês Herédia) entra pelo consultório adentro a dizer que gostou muito da visita ao hospital, mas que da próxima vez gostava de ir a uma clínica onde pusessem mamas. O Sôtor (José Carlos Pereira) diz que precisa de ter uma conversa séria com ela e manda-a sentar-se. Nelinha fica meio assustada.

Fernando (Manuel Marques) anda de volta da cama, mas sem saber muito bem o que fazer. São (Sílvia Rizzo) chega a casa com tecidos e reclama por estar tudo cheio de pó. São sugere que Fernando forre a cama com tecido, mas ele diz que não sabe fazer isso. São ameaça que se ele não põe as coisas em ordem, ela volta para Paris e nunca mais a vê.

O Sôtor está a dar um enorme raspanete a Nelinha pela forma como se comportou no hospital. Ele afirma que Nelinha é a pior inimiga de si própria e se boicota, pois sabe que ela quer ser levada a sério, mas é a primeira a ter comportamentos desapropriados e infantis que fazem com que ninguém lhe dê credibilidade.

 

 


Sobre «Festa é festa»

«Festa é Festa» conta a história de uma aldeia, que este ano prepara a maior e melhor festa da aldeia de sempre. Isto porque é o ano em que a maior benemérita/mecenas (D. Corcovada) dessa mesma aldeia cumpre o seu centenário.

Todos querem fazer um brilharete neste festejo, com vista à herança da idosa, não se poupando a esforços (tal como fazem há mais de vinte anos, mas a idosa não há maneira de se finar...), nomeadamente Albino, o figurão da aldeia, que é, nada mais, nada menos, que o Presidente da Junta. Presidente esse que é também o Presidente da Comissão de Festas. E o Presidente da Casa do Povo. E do Clube de Hóquei em Patins. E coveiro. E tudo, basicamente. Um pavão, que se acha o Marcelo da Aldeia. 

Assim, a festa que, supostamente, seria um motivo de concórdia entre toda a população, vai ser tudo menos isso, começando pela sua organização. Isto porque Tomé (dono do café da aldeia e o “Correio da Manhã” de serviço no que toca a coscuvilhices), o grande rival de Albino desde sempre, vai disputar com ele a presidência da comissão de festas, visto o ano passado competir-lhe a ele, mas a festa não se ter realizado por causa da pandemia. Só que Albino jamais lhe dará essa missão num ano tão simbólico, que pode ser o último de Corcovada. Mas, também, porque cedo recebem na aldeia a notícia de que a TVI vai transmitir a festa em direto. E é aqui que toda a aldeia vai querer dar o seu melhor, defendendo cada um dos intervenientes os seus interesses, mesmo que isso colida de frente com os dos outros. 

Também com vista na herança da idosa, em Lisboa, o neto falido da mesma (um “tio” lisboeta, meio pedante) tem o plano de enviar a sua filha (bisneta da idosa) para a aldeia, no sentido de conquistar e construir uma relação com a idosa, mas com a desculpa da filha ir “curar-se” de um enorme desgosto amoroso que acabou de ter, visto o namorado tê-la trocado pela sua melhor amiga. 

E eis que, quando uma jovem lisboeta, altamente cosmopolita e tecnológica... e queque, cai contrariada naquilo que considera um fim-de-mundo, nomeadamente por não ter shoppings, lifestyle e 4G só de vez em quando... 

Tem tudo para correr mal, não fosse a meio do processo encantar-se por um jovem aldeão, que pouco ou nada conhece fora daquela aldeia. Ou seja, duas pessoas de dois mundos completamente diferentes e antagónicos. Este jovem é filho de Albino, mas a antítese do pai. É um rapaz simplório, acólito, trabalhador, mas com uma falta de jeito (e experiência) gritante com as mulheres. Todavia, irá desde cedo sentir o seu coração a palpitar por Ana Carolina. 

Contudo, a chegada de uma família de emigrantes “filhos da terra”, vai agitar, não só a aldeia, como também o coração destes dois jovens, já que dessa família fazem parte os jovens irmãos gémeos, falsos, Louis e Vuitton, um rapaz e uma rapariga que irão despertar paixões em Ana Carolina e Carlos, respetivamente, criando dois triângulos amorosos tão surpreendentes, como inesperados. 

Inesperados serão também os acontecimentos que se sucederão nesta aldeia, cujos habitantes teimam em fazer de cada dia uma “aventura” diferente, com peripécias e conflitos, que parecem não ter fim. 

De forma humorada, pretende-se com Festa é Festa fazer um retrato do Portugal real, das raízes e cultura do seu povo, ficcionando temas do dia-a-dia da vida das pessoas, num universo tão português, como é a aldeia e o seu evento maior: a festa. 

E é assim, que esta aldeia tão portuguesa verá retratada, de uma forma totalmente abrangente e transversal, todos os temas das sociedades atuais, personalizado em pessoas que “se não existissem, tinham de ser inventadas”. 
Foi o caso...

Elenco: Maria do Céu Guerra, Pedro Teixeira, Ana Guiomar, Pedro Alves, Ana Brito e Cunha, Sílvia Rizzo, Maria Rueff, Manuel Marques, Inês Herédia, Aldo Lima, Carlos M. Cunha e muitos mais.

 

Produção 
Ana Antunes
Realização
António Borges Correia
Nuno Franco 
Rodrigo Duvens Pinto
Pedro Brandão
Cenografia
Catarina Amaro
Produção Musical
António Lopes
Sonoplastia
Luís Mendes
Direção de Produção
Pedro Miranda
Consultoria Geral
José Eduardo Moniz
Direção Artística
Hugo de Sousa
Direção de Conteúdos e Produção
Gabriela Sobral
Direção de Entretenimento e Ficção TVI
João Patrício, Lurdes Guerreiro, André Manso
Diretora de Entretenimento e Ficção TVI
Cristina Ferreira
Diretor Geral TVI
Hugo Andrade
Uma Produção Plural para a TVI
 

Ficha Técnica

Título Original: Sôtor «encosta» Nelinha à parede
Categoria: Novela nacional
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