EP 368 A relação de Carlos e Ana Carolina está tremida

Episódio 368. 

Seg, 18 jul 2022 21:55 TVI

Neste episódio

Aida (Ana Guiomar) não tem misericórdia de Tomé (Pedro Teixeira) e sugere que Josefa (Rita Salema) lhe ponha uma pomadinha nas costas. Tomé diz que se soubesse que ia ser tratado assim, tinha ficado no Algarve. Aida diz-lhe que pode voltar e ficar lá para sempre. Tomé fica muito indignado e Aida diz-lhe que ele ainda não viu nada.

Vuitton (Beatriz Costa) continua sem perceber o que se passa ali e Fernando (Manuel Marques) explica que São (Sílvia Rizzo) não consegue dormir naquela cama, depois das festas que andaram a fazer ali em casa. Vuitton desata a chorar e São culpa Fernando por isso. São entra em modo dramático e diz que quer morrer. Fernando fica sem saber o que fazer.

Quina (Maria Rueff), Manel (Vítor Norte) e Corcovada (Maria do Céu Guerra) estão de volta dos cortinados novos, mas nenhum deles quer subir ao escadote para os mudar. Corcovada chama por Carlos, mas Quina diz que ele saiu. Corcovada refila por ele andar muito relaxado com o trabalho e promete ter uma conversa com ele.

Carlos (Rodrigo Paganelli) chega das compras e Florinda (Ana Brito e Cunha) manda-o sentar-se para conversarem sobre o que o anda a atormentar. Carlos diz que está tudo bem, mas Florinda já percebeu que a relação dele com Ana Carolina já teve melhores dias.

Bino (Pedro Alves), Fernando (Manuel Marques) e Tomé (Pedro Teixeira) já estão um pouco tocados. Fernando diz que os problemas lhes andam a fazer mal e estão a envelhecer a olhos vistos. Fátima diz que calha bem porque a Bela Vida vai concorrer ao prémio de melhor destino turístico para a terceira idade. Ficam todos boquiabertos, sobretudo Bino. 

Betinha (Ana Marta Contente) tenta organizar toda a papelada e refila que é só gente maluca na Junta. Nisto aparece Paulo (Hélder Agapito) e Betinha (Ana Marta Contente) pede-lhe para ir embora, porque agora não é um bom momento. Paulo mostra uma carta e pergunta pelo Presidente.

Fátima conta o que sabe e Bino fica muito indignado, comparando aquilo a um golpe de estado. Apesar de lhe custar admitir, Tomé (Pedro Teixeira) está do lado de Bino. Fernando acha que pode ser bom receberem velhotes estrangeiros com pensões chorudas, mas Bino e Tomé preferiam receber malta nova. Tomé pede mais cerveja porque estão a precisar.

Betinha tenta despachar Paulo e pede-lhe para deixar ali a carta, mas ele explica que as coisas não funcionam assim e precisa mesmo de encontrar o Presidente porque aquilo é urgente. BEtinha pergunta-lhe como sabe e ele revela que a carta é da TVI. Betinha  fica ainda mais nervosa e preocupada o que aí virá. 

Glória pede ao Padre para fazer alguma coisa em relação à Junta, pois Albino voltou e quer assumir o poder. O Padre lembra que não é função dele meter-se em assuntos políticos, mas Glória insiste para que ele faça algo. O Padre fica sem saber o que fazer. 

Vuitton está a forrar partes da cama com a ajuda de Jorge (Manuel Melo). Eles sentem-se culpados com o que fizeram e querem redimir-se. Vuitton não concorda que os pais não aceitem o seu namoro com Aves por ele ser vendedor de frangos. Jorge compreende os tios e afirma que eles só querem o melhor para a filha.


Sobre «Festa é festa»

«Festa é Festa» conta a história de uma aldeia, que este ano prepara a maior e melhor festa da aldeia de sempre. Isto porque é o ano em que a maior benemérita/mecenas (D. Corcovada) dessa mesma aldeia cumpre o seu centenário.

Todos querem fazer um brilharete neste festejo, com vista à herança da idosa, não se poupando a esforços (tal como fazem há mais de vinte anos, mas a idosa não há maneira de se finar...), nomeadamente Albino, o figurão da aldeia, que é, nada mais, nada menos, que o Presidente da Junta. Presidente esse que é também o Presidente da Comissão de Festas. E o Presidente da Casa do Povo. E do Clube de Hóquei em Patins. E coveiro. E tudo, basicamente. Um pavão, que se acha o Marcelo da Aldeia. 

Assim, a festa que, supostamente, seria um motivo de concórdia entre toda a população, vai ser tudo menos isso, começando pela sua organização. Isto porque Tomé (dono do café da aldeia e o “Correio da Manhã” de serviço no que toca a coscuvilhices), o grande rival de Albino desde sempre, vai disputar com ele a presidência da comissão de festas, visto o ano passado competir-lhe a ele, mas a festa não se ter realizado por causa da pandemia. Só que Albino jamais lhe dará essa missão num ano tão simbólico, que pode ser o último de Corcovada. Mas, também, porque cedo recebem na aldeia a notícia de que a TVI vai transmitir a festa em direto. E é aqui que toda a aldeia vai querer dar o seu melhor, defendendo cada um dos intervenientes os seus interesses, mesmo que isso colida de frente com os dos outros. 

Também com vista na herança da idosa, em Lisboa, o neto falido da mesma (um “tio” lisboeta, meio pedante) tem o plano de enviar a sua filha (bisneta da idosa) para a aldeia, no sentido de conquistar e construir uma relação com a idosa, mas com a desculpa da filha ir “curar-se” de um enorme desgosto amoroso que acabou de ter, visto o namorado tê-la trocado pela sua melhor amiga. 

E eis que, quando uma jovem lisboeta, altamente cosmopolita e tecnológica... e queque, cai contrariada naquilo que considera um fim-de-mundo, nomeadamente por não ter shoppings, lifestyle e 4G só de vez em quando... 

Tem tudo para correr mal, não fosse a meio do processo encantar-se por um jovem aldeão, que pouco ou nada conhece fora daquela aldeia. Ou seja, duas pessoas de dois mundos completamente diferentes e antagónicos. Este jovem é filho de Albino, mas a antítese do pai. É um rapaz simplório, acólito, trabalhador, mas com uma falta de jeito (e experiência) gritante com as mulheres. Todavia, irá desde cedo sentir o seu coração a palpitar por Ana Carolina. 

Contudo, a chegada de uma família de emigrantes “filhos da terra”, vai agitar, não só a aldeia, como também o coração destes dois jovens, já que dessa família fazem parte os jovens irmãos gémeos, falsos, Louis e Vuitton, um rapaz e uma rapariga que irão despertar paixões em Ana Carolina e Carlos, respetivamente, criando dois triângulos amorosos tão surpreendentes, como inesperados. 

Inesperados serão também os acontecimentos que se sucederão nesta aldeia, cujos habitantes teimam em fazer de cada dia uma “aventura” diferente, com peripécias e conflitos, que parecem não ter fim. 

De forma humorada, pretende-se com Festa é Festa fazer um retrato do Portugal real, das raízes e cultura do seu povo, ficcionando temas do dia-a-dia da vida das pessoas, num universo tão português, como é a aldeia e o seu evento maior: a festa. 

E é assim, que esta aldeia tão portuguesa verá retratada, de uma forma totalmente abrangente e transversal, todos os temas das sociedades atuais, personalizado em pessoas que “se não existissem, tinham de ser inventadas”. 
Foi o caso...

Elenco: Maria do Céu Guerra, Pedro Teixeira, Ana Guiomar, Pedro Alves, Ana Brito e Cunha, Sílvia Rizzo, Maria Rueff, Manuel Marques, Inês Herédia, Aldo Lima, Carlos M. Cunha e muitos mais.

 

Produção 
Ana Antunes
Realização
António Borges Correia
Nuno Franco 
Rodrigo Duvens Pinto
Pedro Brandão
Cenografia
Catarina Amaro
Produção Musical
António Lopes
Sonoplastia
Luís Mendes
Direção de Produção
Pedro Miranda
Consultoria Geral
José Eduardo Moniz
Direção Artística
Hugo de Sousa
Direção de Conteúdos e Produção
Gabriela Sobral
Direção de Entretenimento e Ficção TVI
João Patrício, Lurdes Guerreiro, André Manso
Diretora de Entretenimento e Ficção TVI
Cristina Ferreira
Diretor Geral TVI
Hugo Andrade
Uma Produção Plural para a TVI
 

Ficha Técnica

Título Original: A relação de Carlos e Ana Carolina está tremida
Categoria: Novela nacional
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