EP 372 Fátima vai desistir do casamento com António?

Episódio 372.

Sex, 22 jul 2022 21:55 TVI

Neste episódio

Corcovada (Maria do Céu), Quina (Maria Rueff) e Manel (Vítor Norte) já andam às compras no chinês. Manel carrega as compras e reclama por isso. Quina está maravilhada com tudo o que vê. Manel pergunta a Corcovada porque dispensou Carlos e ela diz que ele precisa de um tempo para refletir.

Carlos (Rodrigo Paganelli) foi ter com Fátima (Marta Andrino) para lhe dizer que não consegue deixar de pensar nela e acha que está apaixonado. Fátima tentou evitar que ele dissesse aquilo, mas ele disse mesmo. Carlos acha que Fátima fica toda nervosa com a presença dele porque sente o mesmo.

Albino (Pedro Alves) e Ana Carolina (Beatriz Barosa) tomam o pequeno almoço e ele repara no ar triste dela. Albino pergunta-lhe o que se passa e ela diz que as coisas com Carlos não estão muito bem. Ele diz que é normal haver problemas quando começam a viver juntos e quer saber mais pormenores.

Vuitton é atraída pelo barulho e fica preocupada ao ver os pais no chão, depois da cama se ter partido. São queixa-se que não se consegue mexer e diz que não aguenta mais aquela vida. São ameaça voltar para Paris. Fernando e Vuitton ficam preocupados.

Carlos aconselha Fátima a adiar o casamento para pensar melhor no que quer. Ela acha que ele está louco e diz que sabe muito bem o que quer. Josefa chega e reclama com Fátima por estar a namorar, em vez de estar a trabalhar. Fátima fica toda indignada e diz que Carlos é só seu amigo, mas Josefa não fica convencida.

Ana Carolina desabafa com Albino e diz que Carlos já não olha para ela da mesma maneira. Albino sugere que ela use um baton que dê nas vistas, mas Ana Carolina acha que não é por aí que as coisas se vão resolver. Albino acha que o que tiver que ser será, mas insiste que Ana Carolina devia fazer qualquer coisa para o reconquistar. Ana Carolina fica chateada.

Peixoto chega ao café com cara de quem não dormiu e Fátima começa logo a tirar-lhe um café. Josefa vê Peixoto, aproxima-se dele dengosa, e faz-lhe uma massagem nas costas. Ele fica maravilhado.

O Sôtor está a consultar a agenda e percebe que vai ter um dia cheio. Já Manuela está mais preocupada com o facto da TVI ir organizar a festa e não a terem incluído. O Sôtor não gosta daquela atitude e diz-lhe que devia era estar preocupada com os estudos. Manuela sai com o pretexto de ir estudar e deixa o Sôtor sozinho.

Peixoto exige o pagamento pelas obras que fez, mas Fernando não tem conhecimento de nada e diz que não pode pagar o que foi feito à revelia da Junta. Peixoto acusa-o de estar a sacudir a água do capote e de ser igual a todos os outros que só querem ter um tacho. Lurdes e Valquíria estão sentadas cada uma numa ponta do sofá, a disputar quem tem mais direito sobre o mesmo, que simbolicamente representa Peixoto. Lurdes diz que é a primeira mulher e Valquíria alega que tem um herdeiro na barriga. Ficam ali na disputa pelo sofá, pelo marido e por tudo que está naquela casa.


Sobre «Festa é festa»

«Festa é Festa» conta a história de uma aldeia, que este ano prepara a maior e melhor festa da aldeia de sempre. Isto porque é o ano em que a maior benemérita/mecenas (D. Corcovada) dessa mesma aldeia cumpre o seu centenário.

Todos querem fazer um brilharete neste festejo, com vista à herança da idosa, não se poupando a esforços (tal como fazem há mais de vinte anos, mas a idosa não há maneira de se finar...), nomeadamente Albino, o figurão da aldeia, que é, nada mais, nada menos, que o Presidente da Junta. Presidente esse que é também o Presidente da Comissão de Festas. E o Presidente da Casa do Povo. E do Clube de Hóquei em Patins. E coveiro. E tudo, basicamente. Um pavão, que se acha o Marcelo da Aldeia. 

Assim, a festa que, supostamente, seria um motivo de concórdia entre toda a população, vai ser tudo menos isso, começando pela sua organização. Isto porque Tomé (dono do café da aldeia e o “Correio da Manhã” de serviço no que toca a coscuvilhices), o grande rival de Albino desde sempre, vai disputar com ele a presidência da comissão de festas, visto o ano passado competir-lhe a ele, mas a festa não se ter realizado por causa da pandemia. Só que Albino jamais lhe dará essa missão num ano tão simbólico, que pode ser o último de Corcovada. Mas, também, porque cedo recebem na aldeia a notícia de que a TVI vai transmitir a festa em direto. E é aqui que toda a aldeia vai querer dar o seu melhor, defendendo cada um dos intervenientes os seus interesses, mesmo que isso colida de frente com os dos outros. 

Também com vista na herança da idosa, em Lisboa, o neto falido da mesma (um “tio” lisboeta, meio pedante) tem o plano de enviar a sua filha (bisneta da idosa) para a aldeia, no sentido de conquistar e construir uma relação com a idosa, mas com a desculpa da filha ir “curar-se” de um enorme desgosto amoroso que acabou de ter, visto o namorado tê-la trocado pela sua melhor amiga. 

E eis que, quando uma jovem lisboeta, altamente cosmopolita e tecnológica... e queque, cai contrariada naquilo que considera um fim-de-mundo, nomeadamente por não ter shoppings, lifestyle e 4G só de vez em quando... 

Tem tudo para correr mal, não fosse a meio do processo encantar-se por um jovem aldeão, que pouco ou nada conhece fora daquela aldeia. Ou seja, duas pessoas de dois mundos completamente diferentes e antagónicos. Este jovem é filho de Albino, mas a antítese do pai. É um rapaz simplório, acólito, trabalhador, mas com uma falta de jeito (e experiência) gritante com as mulheres. Todavia, irá desde cedo sentir o seu coração a palpitar por Ana Carolina. 

Contudo, a chegada de uma família de emigrantes “filhos da terra”, vai agitar, não só a aldeia, como também o coração destes dois jovens, já que dessa família fazem parte os jovens irmãos gémeos, falsos, Louis e Vuitton, um rapaz e uma rapariga que irão despertar paixões em Ana Carolina e Carlos, respetivamente, criando dois triângulos amorosos tão surpreendentes, como inesperados. 

Inesperados serão também os acontecimentos que se sucederão nesta aldeia, cujos habitantes teimam em fazer de cada dia uma “aventura” diferente, com peripécias e conflitos, que parecem não ter fim. 

De forma humorada, pretende-se com Festa é Festa fazer um retrato do Portugal real, das raízes e cultura do seu povo, ficcionando temas do dia-a-dia da vida das pessoas, num universo tão português, como é a aldeia e o seu evento maior: a festa. 

E é assim, que esta aldeia tão portuguesa verá retratada, de uma forma totalmente abrangente e transversal, todos os temas das sociedades atuais, personalizado em pessoas que “se não existissem, tinham de ser inventadas”. 
Foi o caso...

Elenco: Maria do Céu Guerra, Pedro Teixeira, Ana Guiomar, Pedro Alves, Ana Brito e Cunha, Sílvia Rizzo, Maria Rueff, Manuel Marques, Inês Herédia, Aldo Lima, Carlos M. Cunha e muitos mais.

 

Produção 
Ana Antunes
Realização
António Borges Correia
Nuno Franco 
Rodrigo Duvens Pinto
Pedro Brandão
Cenografia
Catarina Amaro
Produção Musical
António Lopes
Sonoplastia
Luís Mendes
Direção de Produção
Pedro Miranda
Consultoria Geral
José Eduardo Moniz
Direção Artística
Hugo de Sousa
Direção de Conteúdos e Produção
Gabriela Sobral
Direção de Entretenimento e Ficção TVI
João Patrício, Lurdes Guerreiro, André Manso
Diretora de Entretenimento e Ficção TVI
Cristina Ferreira
Diretor Geral TVI
Hugo Andrade
Uma Produção Plural para a TVI
 

Ficha Técnica

Título Original: Fátima vai desistir do casamento com António?
Categoria: Novela nacional
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