EP 373 Ana Carolina pede a Fatinha para conversarem

Episódio 373.
Sáb, 23 jul 2022 22:00 TVI

Neste episódio

Fátima (Marta Andrino) prepara uma limonada e senta-se numa mesa, a relaxar um pouco, mas nisto surge Ana Carolina (Beatriz Barosa) e ela fica logo toda atrapalhada. Ana Carolina diz-lhe que precisa de falar com ela e Fátima fica ainda mais nervosa. Fátima não quer conversar com Ana Carolina e diz-lhe que tem muito trabalho. Ana Carolina olha em volta e não vê nada que justifique. Fátima diz que tem de ir pôr açúcar na limonada, mas Ana Carolina agarra-a e diz que vão ter mesmo de falar. Ana Carolina diz que pensou muito antes de vir falar com Fátima, mas precisa mesmo de ter esta conversa e tem a ver com Carlos. Fátima começa a ficar muito aflita e tenta esquivar-se à conversa, mas Ana Carolina insiste e acaba por revelar que está desconfiada de que Carlos está interessado noutra pessoa. Fátima fica colada à cadeira.

Tomé (Pedro Teixeira) acompanhou Aida (Ana Guiomar) à mercearia para lhe dizer que vai boicotar com ela. Aida fica muito feliz por ter o marido do seu lado, mas Tomé acha que devem arranjar mais reforços e sugere aliarem-se a Fernando e Albino. Aida concorda e estão determinados em boicotar as decisões da comissão da TVI.

Fátima está muito aflita com a possibilidade de Ana Carolina desconfiar que Carlos está interessado nela, mas fica descansada ao perceber que Ana Carolina só veio falar com ela, porque sabe que são muito amigos e achou que Fátima se podia ter apercebido de algo, mas esta garante que não e que está tudo bem.

Peixoto chega a casa e encontra Lurdes e Valquíria a discutirem e a atirarem objetos uma à outra. Ele diz que veio para casa para ter paz e não para encontrar um cenário de guerra e volta a sair. Elas ficam chateadas por ele ter ido embora e retomam a sua discussão.

Glória (Catarina Avelar) foi ter com Quina (Maria Rueff) para poderem falar à vontade, já que agora não podem falar na Junta, porque está lá mais gente. Glória quer delinear os próximos passos, mas Corcovada aparece e pergunta o que Glória está ali a fazer. Glória e Quina ficam comprometidas. Glória pede desculpa por estar a ocupar Quina no seu horário de trabalho em casa de Corcovada. Esta não se importa, mas quer saber o que a trouxe ali. Glória diz que pensou em fazer uma revista à Portuguesa para ajudar na candidatura da Bela Vida a melhor destino turístico para a terceira idade. Corcovada adora a ideia. Quina não percebe nada.

Jorge mostra-se solidário com Peixoto e diz que concorda plenamente com ele, pois conhece muitas mulheres e só dão é chatices. Peixoto duvida da experiência de Jorge e revela que Valquíria e Lurdes estão a dar-lhe cabo da paciência.

António (Luís Simões) acha que Josefa também lhe irá trazer muitos sarilhos.

Glória e Corcovada já explicaram a Quina o que é a revista à Portuguesa e ela fica toda entusiasmada. Glória pergunta a Corcovada o que acha da ideia e ela diz logo que adora.

Elisabete (Ana Marta Contente) deixa Aida, Tomé, Albino e Fernando no gabinete, mas avisa-os para se portarem bem e não se matarem uns aos outros. Aida e Tomé ficam muito orgulhosos da filha e tecem-lhe rasgados elogios. Albino corrobora os elogios, mas Aida e Tomé não gostam e relembram que a filha não é para o bico dele.


Sobre «Festa é festa»

«Festa é Festa» conta a história de uma aldeia, que este ano prepara a maior e melhor festa da aldeia de sempre. Isto porque é o ano em que a maior benemérita/mecenas (D. Corcovada) dessa mesma aldeia cumpre o seu centenário.

Todos querem fazer um brilharete neste festejo, com vista à herança da idosa, não se poupando a esforços (tal como fazem há mais de vinte anos, mas a idosa não há maneira de se finar...), nomeadamente Albino, o figurão da aldeia, que é, nada mais, nada menos, que o Presidente da Junta. Presidente esse que é também o Presidente da Comissão de Festas. E o Presidente da Casa do Povo. E do Clube de Hóquei em Patins. E coveiro. E tudo, basicamente. Um pavão, que se acha o Marcelo da Aldeia. 

Assim, a festa que, supostamente, seria um motivo de concórdia entre toda a população, vai ser tudo menos isso, começando pela sua organização. Isto porque Tomé (dono do café da aldeia e o “Correio da Manhã” de serviço no que toca a coscuvilhices), o grande rival de Albino desde sempre, vai disputar com ele a presidência da comissão de festas, visto o ano passado competir-lhe a ele, mas a festa não se ter realizado por causa da pandemia. Só que Albino jamais lhe dará essa missão num ano tão simbólico, que pode ser o último de Corcovada. Mas, também, porque cedo recebem na aldeia a notícia de que a TVI vai transmitir a festa em direto. E é aqui que toda a aldeia vai querer dar o seu melhor, defendendo cada um dos intervenientes os seus interesses, mesmo que isso colida de frente com os dos outros. 

Também com vista na herança da idosa, em Lisboa, o neto falido da mesma (um “tio” lisboeta, meio pedante) tem o plano de enviar a sua filha (bisneta da idosa) para a aldeia, no sentido de conquistar e construir uma relação com a idosa, mas com a desculpa da filha ir “curar-se” de um enorme desgosto amoroso que acabou de ter, visto o namorado tê-la trocado pela sua melhor amiga. 

E eis que, quando uma jovem lisboeta, altamente cosmopolita e tecnológica... e queque, cai contrariada naquilo que considera um fim-de-mundo, nomeadamente por não ter shoppings, lifestyle e 4G só de vez em quando... 

Tem tudo para correr mal, não fosse a meio do processo encantar-se por um jovem aldeão, que pouco ou nada conhece fora daquela aldeia. Ou seja, duas pessoas de dois mundos completamente diferentes e antagónicos. Este jovem é filho de Albino, mas a antítese do pai. É um rapaz simplório, acólito, trabalhador, mas com uma falta de jeito (e experiência) gritante com as mulheres. Todavia, irá desde cedo sentir o seu coração a palpitar por Ana Carolina. 

Contudo, a chegada de uma família de emigrantes “filhos da terra”, vai agitar, não só a aldeia, como também o coração destes dois jovens, já que dessa família fazem parte os jovens irmãos gémeos, falsos, Louis e Vuitton, um rapaz e uma rapariga que irão despertar paixões em Ana Carolina e Carlos, respetivamente, criando dois triângulos amorosos tão surpreendentes, como inesperados. 

Inesperados serão também os acontecimentos que se sucederão nesta aldeia, cujos habitantes teimam em fazer de cada dia uma “aventura” diferente, com peripécias e conflitos, que parecem não ter fim. 

De forma humorada, pretende-se com Festa é Festa fazer um retrato do Portugal real, das raízes e cultura do seu povo, ficcionando temas do dia-a-dia da vida das pessoas, num universo tão português, como é a aldeia e o seu evento maior: a festa. 

E é assim, que esta aldeia tão portuguesa verá retratada, de uma forma totalmente abrangente e transversal, todos os temas das sociedades atuais, personalizado em pessoas que “se não existissem, tinham de ser inventadas”. 
Foi o caso...

Elenco: Maria do Céu Guerra, Pedro Teixeira, Ana Guiomar, Pedro Alves, Ana Brito e Cunha, Sílvia Rizzo, Maria Rueff, Manuel Marques, Inês Herédia, Aldo Lima, Carlos M. Cunha e muitos mais.

 

Produção 
Ana Antunes
Realização
António Borges Correia
Nuno Franco 
Rodrigo Duvens Pinto
Pedro Brandão
Cenografia
Catarina Amaro
Produção Musical
António Lopes
Sonoplastia
Luís Mendes
Direção de Produção
Pedro Miranda
Consultoria Geral
José Eduardo Moniz
Direção Artística
Hugo de Sousa
Direção de Conteúdos e Produção
Gabriela Sobral
Direção de Entretenimento e Ficção TVI
João Patrício, Lurdes Guerreiro, André Manso
Diretora de Entretenimento e Ficção TVI
Cristina Ferreira
Diretor Geral TVI
Hugo Andrade
Uma Produção Plural para a TVI
 

Ficha Técnica

Título Original: Ana Carolina pede a Fatinha para conversarem
Categoria: Novela nacional
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