EP 375 Ana Carolina «fica sem chão»

Episódio 375.

Ter, 26 jul 2022 21:52 TVI

Neste episódio

Josefa continua a falar sobre Ana Carolina e Carlos e questiona-se sobre quem irá pagar o casamento. Fátima já não a pode ouvir. O Sôtor entra no café e Josefa fica logo toda interessada nele. Josefa confirma com Fátima que ele é mesmo o Sôtor e não um enfermeiro, pois os Sôtores ganham muito mais.

Carlos assume que está baralhado e que não sabe o que sente por Fátima. Ana Carolina fica muito magoada e não quer continuar aquela conversa.

Valquíria quer saber quais são a intenções de Peixoto em relação a ela e ao bebé, pois ela quer que sejam uma família. Peixoto tem dúvidas de que seja o pai da criança. Valquíria mostra-lhe uma ecografia e afirma que é a cara dele. Peixoto fica siderado a olhar para a ecografia.

Paulo aparece para entregar uma carta a Quina, mas como é costume, nunca pode entregar a carta e pronto. Há sempre um longo caminho e muita conversa pelo meio.

Ana Carolina está magoada por Carlos ter olhado para outra mulher. Ele diz que isso não se controla e que ela também não está feliz. Ana Carolina afirma que isso nunca a fez olhar para outras pessoas. Ana Carolina avisa que vai voltar para casa da avó e Carlos fica sem chão.

Quina até fraqueja das pernas ao ler o que está escrito na carta. Quina lê a carta em voz alta e percebemos que ela e Albino estão ricos, porque herdaram a fortuna de uma tia que morreu. Paulo tenta perceber o quão ricos ficaram.

Tomé pede a Fátima para fazer alguma coisa para acabar com o que se está a passar entre Josefa e o Sôtor. Manuela chega e Fátima prevê que a coisa vai piorar. Tomé não percebe porquê e Fátima disfarça, dizendo que ela não joga com o baralho todo. Manuela vê Josefa a insinuar-se ao Sôtor e avisa que hoje o café vem abaixo.  

Albino tenta perceber que quantia a tia lhes deixou e o quão ricos estão. Quina diz que ela deixou tudo e por isso estão mesmo muito ricos. Abraçam-se e pulam de felicidade. Glória pergunta ao Padre se vai boicotar a ideia que Corcovada tanto elogiou. O Padre não quer ir contra a avó, mas tem noção dos problemas que aquela ideia vai causar. Além disso o Padre acha que ninguém tem conhecimento para organizar uma coisa daquelas, mas Glória garante que tem experiencia, pois viu uma revista quando era gaiata e lembra-se de tudo.

Albino conta a Florinda que recebeu uma herança duma tia que morreu e que está rico. Florinda só acredita quando vir e não percebe porque motivo ele a chamou ali a casa. Albino pergunta-lhe o que quer mudar já na decoração da casa.

Corcovada está a ler um livro, quando Ana Carolina chega com a sua mala de viagem e pergunta à avó se pode ficar ali. Corcovada diz-lhe que aquela casa também é dela e pergunta o que se passou, mas Ana Carolina não consegue dizer nada e desaba a chorar.


Sobre «Festa é festa»

«Festa é Festa» conta a história de uma aldeia, que este ano prepara a maior e melhor festa da aldeia de sempre. Isto porque é o ano em que a maior benemérita/mecenas (D. Corcovada) dessa mesma aldeia cumpre o seu centenário.

Todos querem fazer um brilharete neste festejo, com vista à herança da idosa, não se poupando a esforços (tal como fazem há mais de vinte anos, mas a idosa não há maneira de se finar...), nomeadamente Albino, o figurão da aldeia, que é, nada mais, nada menos, que o Presidente da Junta. Presidente esse que é também o Presidente da Comissão de Festas. E o Presidente da Casa do Povo. E do Clube de Hóquei em Patins. E coveiro. E tudo, basicamente. Um pavão, que se acha o Marcelo da Aldeia. 

Assim, a festa que, supostamente, seria um motivo de concórdia entre toda a população, vai ser tudo menos isso, começando pela sua organização. Isto porque Tomé (dono do café da aldeia e o “Correio da Manhã” de serviço no que toca a coscuvilhices), o grande rival de Albino desde sempre, vai disputar com ele a presidência da comissão de festas, visto o ano passado competir-lhe a ele, mas a festa não se ter realizado por causa da pandemia. Só que Albino jamais lhe dará essa missão num ano tão simbólico, que pode ser o último de Corcovada. Mas, também, porque cedo recebem na aldeia a notícia de que a TVI vai transmitir a festa em direto. E é aqui que toda a aldeia vai querer dar o seu melhor, defendendo cada um dos intervenientes os seus interesses, mesmo que isso colida de frente com os dos outros. 

Também com vista na herança da idosa, em Lisboa, o neto falido da mesma (um “tio” lisboeta, meio pedante) tem o plano de enviar a sua filha (bisneta da idosa) para a aldeia, no sentido de conquistar e construir uma relação com a idosa, mas com a desculpa da filha ir “curar-se” de um enorme desgosto amoroso que acabou de ter, visto o namorado tê-la trocado pela sua melhor amiga. 

E eis que, quando uma jovem lisboeta, altamente cosmopolita e tecnológica... e queque, cai contrariada naquilo que considera um fim-de-mundo, nomeadamente por não ter shoppings, lifestyle e 4G só de vez em quando... 

Tem tudo para correr mal, não fosse a meio do processo encantar-se por um jovem aldeão, que pouco ou nada conhece fora daquela aldeia. Ou seja, duas pessoas de dois mundos completamente diferentes e antagónicos. Este jovem é filho de Albino, mas a antítese do pai. É um rapaz simplório, acólito, trabalhador, mas com uma falta de jeito (e experiência) gritante com as mulheres. Todavia, irá desde cedo sentir o seu coração a palpitar por Ana Carolina. 

Contudo, a chegada de uma família de emigrantes “filhos da terra”, vai agitar, não só a aldeia, como também o coração destes dois jovens, já que dessa família fazem parte os jovens irmãos gémeos, falsos, Louis e Vuitton, um rapaz e uma rapariga que irão despertar paixões em Ana Carolina e Carlos, respetivamente, criando dois triângulos amorosos tão surpreendentes, como inesperados. 

Inesperados serão também os acontecimentos que se sucederão nesta aldeia, cujos habitantes teimam em fazer de cada dia uma “aventura” diferente, com peripécias e conflitos, que parecem não ter fim. 

De forma humorada, pretende-se com Festa é Festa fazer um retrato do Portugal real, das raízes e cultura do seu povo, ficcionando temas do dia-a-dia da vida das pessoas, num universo tão português, como é a aldeia e o seu evento maior: a festa. 

E é assim, que esta aldeia tão portuguesa verá retratada, de uma forma totalmente abrangente e transversal, todos os temas das sociedades atuais, personalizado em pessoas que “se não existissem, tinham de ser inventadas”. 
Foi o caso...

Elenco: Maria do Céu Guerra, Pedro Teixeira, Ana Guiomar, Pedro Alves, Ana Brito e Cunha, Sílvia Rizzo, Maria Rueff, Manuel Marques, Inês Herédia, Aldo Lima, Carlos M. Cunha e muitos mais.

 

Produção 
Ana Antunes
Realização
António Borges Correia
Nuno Franco 
Rodrigo Duvens Pinto
Pedro Brandão
Cenografia
Catarina Amaro
Produção Musical
António Lopes
Sonoplastia
Luís Mendes
Direção de Produção
Pedro Miranda
Consultoria Geral
José Eduardo Moniz
Direção Artística
Hugo de Sousa
Direção de Conteúdos e Produção
Gabriela Sobral
Direção de Entretenimento e Ficção TVI
João Patrício, Lurdes Guerreiro, André Manso
Diretora de Entretenimento e Ficção TVI
Cristina Ferreira
Diretor Geral TVI
Hugo Andrade
Uma Produção Plural para a TVI
 

Ficha Técnica

Título Original: Ana Carolina «fica sem chão»
Categoria: Novela nacional
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