EP 390 Começam os ensaios para a revista

Episódio 390.

Sáb, 13 ago 2022 22:00 TVI

Neste episódio

Fernando preparou o jantar e esmera-se a pôr a mesa. Vuitton traz a mãe para a mesa, embora contrariada. Fernando diz-lhe para provar a comida que ele fez e São queixa-se do picante, para justificar o facto de estar a suar. São e Vuitton trocam um olhar cúmplice.

Albino explica que Carlos é que decidiu agarrar nas rédeas da sua vida e que ele só está a orientá-lo. Quina está preocupada porque Carlos anda com mau feitio, acabou o namoro com Ana Carolina e levou um soco de António. Albino desvaloriza isso tudo e afirma que Carlos está finalmente no bom caminho.

Tomé experimenta o fato de casamento, mas o traje é medonho e já não lhe serve. Aida encoraja-o a encolher a barriga para conseguir apertar o fato. Tomé queixa-se que não consegue respirar com aquilo vestido e precisa mesmo de comprar um fato novo, mas Aida ainda acha que com uma dieta vai ao sítio. Josefa chega e repara que Tomé está roxo.

Glória avisa Fátima que amanhã quer fazer uma reunião da Revista ali no café e pede-lhe para entrar mais cedo ao serviço. Fátima fica indignada por Glória lhe estar a dar ordens. Glória acusa-a de ser malcriada e acha que António merecia uma noiva melhor. Fátima beija António para provocar Glória.

Josefa fica muito emocionada por ver Tomé com o seu fato de casamento e só fala bem do fato. Aida vê ali uma oportunidade para convencer Tomé de que aquele fato é a melhor opção para levar ao casamento. Tomé percebe a intenção de Aida e fica furibundo.

São está toda animada, como se os problemas que tem vindo a passar não existissem. Fernando estranha, mas fica feliz por ela. São está assim porque a Revista vai começar e conta ganhar bom dinheiro com os figurinos. São diz que alguém tem de trazer dinheiro para casa, já que o ordenado de Fernando mal dá para os gastos.

Fátima está a preparar o café, quando chega Manuela toda entusiasmada porque vão finalmente começar a organizar a Revista. Manuela está tão feliz que fala com o balcão e abraça-o. Paulo também quer abraçar o balcão, pois também está muito feliz e afirma que nasceu para a Revista.

Tomé e Elisabete tomam o pequeno-almoço e ela percebe que ele está em baixo. Elisabete pergunta-lhe o que se passa, mas Tomé nem tem coragem de lhe dizer. Elisabete fica chocada ao saber que a mãe e a tia se uniram contra Tomé.

Aida já percebeu que o que António lhe quer dizer tem a ver com o casamento. António anda com rodeios, mas acaba por contar que Corcovada quer ser sua madrinha de casamento. Aida finge-se muito desgostosa, mas depois recompõe-se. António revela que Corcovada quer pagar tudo o que tem a ver com o casamento e Aida quer saber tudo.

Manuela e Fátima ficam boquiabertas com os passos de dança de Paulo. Ele explica que fez teatro de Revista na escola e que era o melhor. Glória e o Padre chegam e também ficam a olhar para Paulo.


Sobre «Festa é festa»

«Festa é Festa» conta a história de uma aldeia, que este ano prepara a maior e melhor festa da aldeia de sempre. Isto porque é o ano em que a maior benemérita/mecenas (D. Corcovada) dessa mesma aldeia cumpre o seu centenário.

Todos querem fazer um brilharete neste festejo, com vista à herança da idosa, não se poupando a esforços (tal como fazem há mais de vinte anos, mas a idosa não há maneira de se finar...), nomeadamente Albino, o figurão da aldeia, que é, nada mais, nada menos, que o Presidente da Junta. Presidente esse que é também o Presidente da Comissão de Festas. E o Presidente da Casa do Povo. E do Clube de Hóquei em Patins. E coveiro. E tudo, basicamente. Um pavão, que se acha o Marcelo da Aldeia. 

Assim, a festa que, supostamente, seria um motivo de concórdia entre toda a população, vai ser tudo menos isso, começando pela sua organização. Isto porque Tomé (dono do café da aldeia e o “Correio da Manhã” de serviço no que toca a coscuvilhices), o grande rival de Albino desde sempre, vai disputar com ele a presidência da comissão de festas, visto o ano passado competir-lhe a ele, mas a festa não se ter realizado por causa da pandemia. Só que Albino jamais lhe dará essa missão num ano tão simbólico, que pode ser o último de Corcovada. Mas, também, porque cedo recebem na aldeia a notícia de que a TVI vai transmitir a festa em direto. E é aqui que toda a aldeia vai querer dar o seu melhor, defendendo cada um dos intervenientes os seus interesses, mesmo que isso colida de frente com os dos outros. 

Também com vista na herança da idosa, em Lisboa, o neto falido da mesma (um “tio” lisboeta, meio pedante) tem o plano de enviar a sua filha (bisneta da idosa) para a aldeia, no sentido de conquistar e construir uma relação com a idosa, mas com a desculpa da filha ir “curar-se” de um enorme desgosto amoroso que acabou de ter, visto o namorado tê-la trocado pela sua melhor amiga. 

E eis que, quando uma jovem lisboeta, altamente cosmopolita e tecnológica... e queque, cai contrariada naquilo que considera um fim-de-mundo, nomeadamente por não ter shoppings, lifestyle e 4G só de vez em quando... 

Tem tudo para correr mal, não fosse a meio do processo encantar-se por um jovem aldeão, que pouco ou nada conhece fora daquela aldeia. Ou seja, duas pessoas de dois mundos completamente diferentes e antagónicos. Este jovem é filho de Albino, mas a antítese do pai. É um rapaz simplório, acólito, trabalhador, mas com uma falta de jeito (e experiência) gritante com as mulheres. Todavia, irá desde cedo sentir o seu coração a palpitar por Ana Carolina. 

Contudo, a chegada de uma família de emigrantes “filhos da terra”, vai agitar, não só a aldeia, como também o coração destes dois jovens, já que dessa família fazem parte os jovens irmãos gémeos, falsos, Louis e Vuitton, um rapaz e uma rapariga que irão despertar paixões em Ana Carolina e Carlos, respetivamente, criando dois triângulos amorosos tão surpreendentes, como inesperados. 

Inesperados serão também os acontecimentos que se sucederão nesta aldeia, cujos habitantes teimam em fazer de cada dia uma “aventura” diferente, com peripécias e conflitos, que parecem não ter fim. 

De forma humorada, pretende-se com Festa é Festa fazer um retrato do Portugal real, das raízes e cultura do seu povo, ficcionando temas do dia-a-dia da vida das pessoas, num universo tão português, como é a aldeia e o seu evento maior: a festa. 

E é assim, que esta aldeia tão portuguesa verá retratada, de uma forma totalmente abrangente e transversal, todos os temas das sociedades atuais, personalizado em pessoas que “se não existissem, tinham de ser inventadas”. 
Foi o caso...

Elenco: Maria do Céu Guerra, Pedro Teixeira, Ana Guiomar, Pedro Alves, Ana Brito e Cunha, Sílvia Rizzo, Maria Rueff, Manuel Marques, Inês Herédia, Aldo Lima, Carlos M. Cunha e muitos mais.

 

Produção 
Ana Antunes
Realização
António Borges Correia
Nuno Franco 
Rodrigo Duvens Pinto
Pedro Brandão
Cenografia
Catarina Amaro
Produção Musical
António Lopes
Sonoplastia
Luís Mendes
Direção de Produção
Pedro Miranda
Consultoria Geral
José Eduardo Moniz
Direção Artística
Hugo de Sousa
Direção de Conteúdos e Produção
Gabriela Sobral
Direção de Entretenimento e Ficção TVI
João Patrício, Lurdes Guerreiro, André Manso
Diretora de Entretenimento e Ficção TVI
Cristina Ferreira
Diretor Geral TVI
Hugo Andrade
Uma Produção Plural para a TVI
 

Ficha Técnica

Título Original: Começam os ensaios para a revista
Categoria: Novela nacional
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