EP 393 Jorge perde a virgindade

Episódio 393.

Qua, 17 ago 2022 22:10 TVI

Neste episódio

Glória chega para a reunião e vem a debater com Celeste sobre qual delas percebe mais de teatro de Revista. Assim que vê Glória, Manuela vai logo ter com ela e mostra-se muito disponível para ajudar, mas Glória diz-lhe que tudo em que ela toca, corre mal.

Manuela fica triste e promete que um dia todos vão reconhecer o seu valor. São e Vuitton estão de volta dos figurinos para a Revista. São está muito entusiasmada, mas Vuitton nem por isso. Vuitton acha que está tudo muito exagerado e São leva a mal os comentários da filha. Fernando acha que não há razão para São estar tão enervada e ela fica ainda pior por estarem os dois contra ela.

Aida e Tomé chegam ao café e vêm a discutir porque Tomé vem a comer uma banana. Glória chama-os à atenção para não lavarem roupa suja ali e Tomé não gosta porque está no seu café. Glória diz-lhe que o espaço agora pertence à Revista e Tomé fica com vontade de a matar. Aida tenta controlar o marido. 

São ficou insegura com os comentários da filha e agora é ela que acha que os figurinos estão uma porcaria e já não quer ir à reunião. Fernando tenta dar-lhe a volta e pede à filha para elogiar o trabalho da mãe, mas São já amuou e não vai mudar de ideias.

Corcovada chega ao café e ao ver o mau ambiente que lá está, tenta animar o pessoal. Aida pergunta algo a Manuela, mas ela responde-lhe com sete pedras na mão, por achar que ninguém lhe dá valor. Manel pergunta a Tomé se está bem ali e ele manda-o ficar caladinho. Corcovada pede xiripitis para todos.

Fernando já esgotou toda a sua paciência e começa a preparar-se para sair. Ele lembra São que é o vereador da cultura e tem mesmo de ir à reunião. Fernando pergunta a São se vai à reunião ou não.

Glória dá início à reunião e começa por explicar o que é o teatro de Revista. Paulo põe o dedo no ar e diz que sabe o que é, mas Glória não o deixa falar e continua a sua palestra. Albino chega e pergunta desde quando é que se decide alguma coisa na aldeia, sem ele estar presente.

Jorge convida Vânia para dormir ali em casa, mas ela recusa porque acha que vai ter de dormir no sofá novamente. Jorge explica que quer dormir com ela e Vânia fica muito feliz e entusiasmada. Beijam-se apaixonados.

Tomé manda vir com Albino e avisa que quem manda no café é ele. Albino lembra que ele é que é o Presidente da Junta e como tal ninguém decide nada sem ele estar presente. Albino considera que é ele que manda na aldeia e consequentemente também manda no café. Glória quer continuar a reunião e manda-os calar. O Padre pede ajuda a Deus.

António ajuda Fátima a arrumar o café e lembra que estão quase a casar. Fátima diz que tem andado tão atarefada que nem deu pelo tempo passar. Fátima emociona-se pelo dia se estar a aproximar. António pergunta-lhe se vai usar véu, mas Fátima quer que seja surpresa. Beijam-se apaixonados.

Jorge e Vânia tomam o pequeno almoço. Estão sorridentes e apaixonados. Vânia puxa por ele, pois quer saber o que achou da noite. Jorge está envergonhado, mas acha que se portou à altura e que ficou claro que gostou muito. Fernando percebe o que se passou e pisca o olho ao sobrinho. Vânia repara e questiona Jorge, mas ele disfarça.


Sobre «Festa é festa»

«Festa é Festa» conta a história de uma aldeia, que este ano prepara a maior e melhor festa da aldeia de sempre. Isto porque é o ano em que a maior benemérita/mecenas (D. Corcovada) dessa mesma aldeia cumpre o seu centenário.

Todos querem fazer um brilharete neste festejo, com vista à herança da idosa, não se poupando a esforços (tal como fazem há mais de vinte anos, mas a idosa não há maneira de se finar...), nomeadamente Albino, o figurão da aldeia, que é, nada mais, nada menos, que o Presidente da Junta. Presidente esse que é também o Presidente da Comissão de Festas. E o Presidente da Casa do Povo. E do Clube de Hóquei em Patins. E coveiro. E tudo, basicamente. Um pavão, que se acha o Marcelo da Aldeia. 

Assim, a festa que, supostamente, seria um motivo de concórdia entre toda a população, vai ser tudo menos isso, começando pela sua organização. Isto porque Tomé (dono do café da aldeia e o “Correio da Manhã” de serviço no que toca a coscuvilhices), o grande rival de Albino desde sempre, vai disputar com ele a presidência da comissão de festas, visto o ano passado competir-lhe a ele, mas a festa não se ter realizado por causa da pandemia. Só que Albino jamais lhe dará essa missão num ano tão simbólico, que pode ser o último de Corcovada. Mas, também, porque cedo recebem na aldeia a notícia de que a TVI vai transmitir a festa em direto. E é aqui que toda a aldeia vai querer dar o seu melhor, defendendo cada um dos intervenientes os seus interesses, mesmo que isso colida de frente com os dos outros. 

Também com vista na herança da idosa, em Lisboa, o neto falido da mesma (um “tio” lisboeta, meio pedante) tem o plano de enviar a sua filha (bisneta da idosa) para a aldeia, no sentido de conquistar e construir uma relação com a idosa, mas com a desculpa da filha ir “curar-se” de um enorme desgosto amoroso que acabou de ter, visto o namorado tê-la trocado pela sua melhor amiga. 

E eis que, quando uma jovem lisboeta, altamente cosmopolita e tecnológica... e queque, cai contrariada naquilo que considera um fim-de-mundo, nomeadamente por não ter shoppings, lifestyle e 4G só de vez em quando... 

Tem tudo para correr mal, não fosse a meio do processo encantar-se por um jovem aldeão, que pouco ou nada conhece fora daquela aldeia. Ou seja, duas pessoas de dois mundos completamente diferentes e antagónicos. Este jovem é filho de Albino, mas a antítese do pai. É um rapaz simplório, acólito, trabalhador, mas com uma falta de jeito (e experiência) gritante com as mulheres. Todavia, irá desde cedo sentir o seu coração a palpitar por Ana Carolina. 

Contudo, a chegada de uma família de emigrantes “filhos da terra”, vai agitar, não só a aldeia, como também o coração destes dois jovens, já que dessa família fazem parte os jovens irmãos gémeos, falsos, Louis e Vuitton, um rapaz e uma rapariga que irão despertar paixões em Ana Carolina e Carlos, respetivamente, criando dois triângulos amorosos tão surpreendentes, como inesperados. 

Inesperados serão também os acontecimentos que se sucederão nesta aldeia, cujos habitantes teimam em fazer de cada dia uma “aventura” diferente, com peripécias e conflitos, que parecem não ter fim. 

De forma humorada, pretende-se com Festa é Festa fazer um retrato do Portugal real, das raízes e cultura do seu povo, ficcionando temas do dia-a-dia da vida das pessoas, num universo tão português, como é a aldeia e o seu evento maior: a festa. 

E é assim, que esta aldeia tão portuguesa verá retratada, de uma forma totalmente abrangente e transversal, todos os temas das sociedades atuais, personalizado em pessoas que “se não existissem, tinham de ser inventadas”. 
Foi o caso...

Elenco: Maria do Céu Guerra, Pedro Teixeira, Ana Guiomar, Pedro Alves, Ana Brito e Cunha, Sílvia Rizzo, Maria Rueff, Manuel Marques, Inês Herédia, Aldo Lima, Carlos M. Cunha e muitos mais.

 

Produção 
Ana Antunes
Realização
António Borges Correia
Nuno Franco 
Rodrigo Duvens Pinto
Pedro Brandão
Cenografia
Catarina Amaro
Produção Musical
António Lopes
Sonoplastia
Luís Mendes
Direção de Produção
Pedro Miranda
Consultoria Geral
José Eduardo Moniz
Direção Artística
Hugo de Sousa
Direção de Conteúdos e Produção
Gabriela Sobral
Direção de Entretenimento e Ficção TVI
João Patrício, Lurdes Guerreiro, André Manso
Diretora de Entretenimento e Ficção TVI
Cristina Ferreira
Diretor Geral TVI
Hugo Andrade
Uma Produção Plural para a TVI
 

Ficha Técnica

Título Original: Jorge perde a virgindade
Categoria: Novela nacional
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