EP 417 Ana Carolina toma uma posição

Episódio 417. 

Qua, 14 set 2022 21:55 TVI

Neste episódio

Ana Carolina passa por Florinda tipo vendaval e diz que está na altura de fazer uma coisa que já devia ter feito há muito tempo. Ana Carolina avisa que Albino está na cozinha. Florinda estranha a forma como ela fala dele e acha melhor ir ver o que se passa.

Manuela vai ter com Glória e diz-lhe que está ali para salvar o seu dia. Glória estranha aquela conversa e fica escandalizada quando Manuela diz que agora é enfermeira. Glória avisa Manuela para não lhe tocar e acha que Manuela endoideceu de vez. Manuela agarra-a e diz-lhe que não vai doer nada.

São insiste que viu o irmão gémeo de Fernando no Algarve e que era igual a ele mas tinha bigode. Vuitton e Fernando acham que São está maluca, mas ela insiste que viu mesmo e que só pode ser o universo a enviar-lhes um sinal. Vuitton e Fernando não sabem o que dizer.

Sofia continua a mudar os móveis de sítio e o Padre tenta dar início à conversa com Oliveira, mas não se revela tarefa fácil, pois Oliveira julga que ele lhe quer pedir dinheiro e começa a divagar sobre as pessoas pobres que pedem dinheiro às pessoas ricas. O Padre não quer acreditar no que está a ouvir.

São apressa Fernando para irem para o Algarve à procura do irmão gémeo. Fernando não está nada convencido e diz que nas novelas é que costumam aparecer irmãos gémeos. São diz que na vida real também há irmãos gémeos e que têm de o encontrar. Fernando lá vai, contrariado.

Quina comenta com Manel que Paulo foi despedido dos correios e que lhe tiraram a bicicleta. Manel acha isso cruel, já que ele tinha uma grande estima pela bicicleta. Corcovada ouve parte da conversa e quer saber o que se passa.

Vuitton chega a casa com Aves e diz que acabou de resolver o problema da falta de carro, pois Aves vai dar-lhes boleia até ao Algarve. Fernando não quer acreditar no que está a acontecer, para além de ter de levar com esta história do irmão gémeo do qual nunca ouviu falar, ainda vai ter de aturar Aves.

Fátima anda a limpar as mesas e ouve a conversa entre Glória e Josefa. Glória exige que Oliveira deixe de frequentar o café, caso contrário ela mesma deixará de lá vir. Josefa acha que Glória está a exagerar e assume que até o acha simpático. Fátima intervém e afirma que ela o acha simpático porque é rico.

Ana Carolina entra pela Junta adentro e diz que vai precisar da ajuda de Elisabete. Esta fica espantada, mas mostra-se disponível. Elisabete fica escandalizada quando Ana Carolina afirma que vai virar a Junta de pernas para o ar até encontrar as escrituras que podem salvar a aldeia.


Sobre «Festa é festa»

«Festa é Festa» conta a história de uma aldeia, que este ano prepara a maior e melhor festa da aldeia de sempre. Isto porque é o ano em que a maior benemérita/mecenas (D. Corcovada) dessa mesma aldeia cumpre o seu centenário.

Todos querem fazer um brilharete neste festejo, com vista à herança da idosa, não se poupando a esforços (tal como fazem há mais de vinte anos, mas a idosa não há maneira de se finar...), nomeadamente Albino, o figurão da aldeia, que é, nada mais, nada menos, que o Presidente da Junta. Presidente esse que é também o Presidente da Comissão de Festas. E o Presidente da Casa do Povo. E do Clube de Hóquei em Patins. E coveiro. E tudo, basicamente. Um pavão, que se acha o Marcelo da Aldeia. 

Assim, a festa que, supostamente, seria um motivo de concórdia entre toda a população, vai ser tudo menos isso, começando pela sua organização. Isto porque Tomé (dono do café da aldeia e o “Correio da Manhã” de serviço no que toca a coscuvilhices), o grande rival de Albino desde sempre, vai disputar com ele a presidência da comissão de festas, visto o ano passado competir-lhe a ele, mas a festa não se ter realizado por causa da pandemia. Só que Albino jamais lhe dará essa missão num ano tão simbólico, que pode ser o último de Corcovada. Mas, também, porque cedo recebem na aldeia a notícia de que a TVI vai transmitir a festa em direto. E é aqui que toda a aldeia vai querer dar o seu melhor, defendendo cada um dos intervenientes os seus interesses, mesmo que isso colida de frente com os dos outros. 

Também com vista na herança da idosa, em Lisboa, o neto falido da mesma (um “tio” lisboeta, meio pedante) tem o plano de enviar a sua filha (bisneta da idosa) para a aldeia, no sentido de conquistar e construir uma relação com a idosa, mas com a desculpa da filha ir “curar-se” de um enorme desgosto amoroso que acabou de ter, visto o namorado tê-la trocado pela sua melhor amiga. 

E eis que, quando uma jovem lisboeta, altamente cosmopolita e tecnológica... e queque, cai contrariada naquilo que considera um fim-de-mundo, nomeadamente por não ter shoppings, lifestyle e 4G só de vez em quando... 

Tem tudo para correr mal, não fosse a meio do processo encantar-se por um jovem aldeão, que pouco ou nada conhece fora daquela aldeia. Ou seja, duas pessoas de dois mundos completamente diferentes e antagónicos. Este jovem é filho de Albino, mas a antítese do pai. É um rapaz simplório, acólito, trabalhador, mas com uma falta de jeito (e experiência) gritante com as mulheres. Todavia, irá desde cedo sentir o seu coração a palpitar por Ana Carolina. 

Contudo, a chegada de uma família de emigrantes “filhos da terra”, vai agitar, não só a aldeia, como também o coração destes dois jovens, já que dessa família fazem parte os jovens irmãos gémeos, falsos, Louis e Vuitton, um rapaz e uma rapariga que irão despertar paixões em Ana Carolina e Carlos, respetivamente, criando dois triângulos amorosos tão surpreendentes, como inesperados. 

Inesperados serão também os acontecimentos que se sucederão nesta aldeia, cujos habitantes teimam em fazer de cada dia uma “aventura” diferente, com peripécias e conflitos, que parecem não ter fim. 

De forma humorada, pretende-se com Festa é Festa fazer um retrato do Portugal real, das raízes e cultura do seu povo, ficcionando temas do dia-a-dia da vida das pessoas, num universo tão português, como é a aldeia e o seu evento maior: a festa. 

E é assim, que esta aldeia tão portuguesa verá retratada, de uma forma totalmente abrangente e transversal, todos os temas das sociedades atuais, personalizado em pessoas que “se não existissem, tinham de ser inventadas”. 
Foi o caso...

Elenco: Maria do Céu Guerra, Pedro Teixeira, Ana Guiomar, Pedro Alves, Ana Brito e Cunha, Sílvia Rizzo, Maria Rueff, Manuel Marques, Inês Herédia, Aldo Lima, Carlos M. Cunha e muitos mais.

 

Produção 
Ana Antunes
Realização
António Borges Correia
Nuno Franco 
Rodrigo Duvens Pinto
Pedro Brandão
Cenografia
Catarina Amaro
Produção Musical
António Lopes
Sonoplastia
Luís Mendes
Direção de Produção
Pedro Miranda
Consultoria Geral
José Eduardo Moniz
Direção Artística
Hugo de Sousa
Direção de Conteúdos e Produção
Gabriela Sobral
Direção de Entretenimento e Ficção TVI
João Patrício, Lurdes Guerreiro, André Manso
Diretora de Entretenimento e Ficção TVI
Cristina Ferreira
Diretor Geral TVI
Hugo Andrade
Uma Produção Plural para a TVI
 

Ficha Técnica

Título Original: Ana Carolina toma uma posição
Categoria: Novela nacional
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