EP 469 Paulinho revela a grande novidade a Corcovada

Episódio 469. 

Seg, 14 nov 2022 21:55 TVI

Neste episódio

Corcovada (Maria do Céu Guerra), muito divertida, conta a Quina (Maria Rueef) a desgraça que foi o ensaio da Revista. Apesar da gravidade do assunto, Quina e Manel (Vítor Norte) acabam por se rir, contagiados por Corcovada. Paulo (Helder Agapito) aparece com um ar perturbado e pergunta se pode falar com Corcovada. Ela percebe que o assunto é sério e mostra-se prontamente disponível para o ouvir.

Manuela já contou a Fátima (Marta Andrino) que o Sôtor terminou a relação e Fátima tenta consolar a amiga. Fátima diz que se calhar foi melhor assim, até porque a relação deles era muito estranha, mas Manuela não está convencida e acha muito estranho tudo o que aconteceu. Fátima diz que pode ser coincidência, mas Manuela quer investigar.

Paulo já contou a Corcovada que foi readmitido como carteiro e ela não percebe porque motivo ele estava com medo de lhe dizer. Paulo temia ser mal interpretado e passar por ingrato. Corcovada sempre soube que aquele trabalho seria temporário, pois o que ele ama é entregar cartas. Corcovada aceita que ele se vá embora, mas com uma condição.

João Maria (Ricardo Trêpa) chega ao café e fica surpreendido por ver Josefa (Rita Salema) e Sofia (Susana Mendes) a conversarem. Ele não sabe muito bem como agir, mas não vai perder a oportunidade de meter conversa com Sofia. Josefa atira-se a João Maria, que por sua vez se atira a Sofia e Sofia só quer ir embora dali.

Fátima (Marta Andrino) tem receio de dizer o que realmente pensa sobre a relação de Manuela e Sôtor, mas sente que tem de o fazer. Fátima diz que nunca achou aquela relação muito normal e como sempre conheceu Manuela apaixonada por Jorge, achou que iam acabar juntos, porque eles sim, têm uma bonita história de amor.

Aida (Ana Guiomar) vai descarregando a sua raiva nos balões e acaba por rebentar alguns. Elisabete (Ana Marta Contente) acha que não é caso para tanto e tenta convencer a mãe a esquecer a cabeceira e aproveitar o dia, mas Aida não consegue. Tomé (Pedro Teixeira) está sentado num canto do sofá como se estivesse de castigo e nem abre a boca.

Albino almoça com a família e Peixoto. Este propõe um brinde e Albino só permite se for sobre ele. Peixoto faz o brinde e inclui-se a ele e a aldeia, porque acha que a entrevista vai beneficiar todos, já que a aldeia vai tornar-se conhecida e crescer. Para isso serão necessárias obras e isso irá traduzir-se em dinheiro. Todos brindam felizes


Sobre «Festa é festa»

«Festa é Festa» conta a história de uma aldeia, que este ano prepara a maior e melhor festa da aldeia de sempre. Isto porque é o ano em que a maior benemérita/mecenas (D. Corcovada) dessa mesma aldeia cumpre o seu centenário.

Todos querem fazer um brilharete neste festejo, com vista à herança da idosa, não se poupando a esforços (tal como fazem há mais de vinte anos, mas a idosa não há maneira de se finar...), nomeadamente Albino, o figurão da aldeia, que é, nada mais, nada menos, que o Presidente da Junta. Presidente esse que é também o Presidente da Comissão de Festas. E o Presidente da Casa do Povo. E do Clube de Hóquei em Patins. E coveiro. E tudo, basicamente. Um pavão, que se acha o Marcelo da Aldeia. 

Assim, a festa que, supostamente, seria um motivo de concórdia entre toda a população, vai ser tudo menos isso, começando pela sua organização. Isto porque Tomé (dono do café da aldeia e o “Correio da Manhã” de serviço no que toca a coscuvilhices), o grande rival de Albino desde sempre, vai disputar com ele a presidência da comissão de festas, visto o ano passado competir-lhe a ele, mas a festa não se ter realizado por causa da pandemia. Só que Albino jamais lhe dará essa missão num ano tão simbólico, que pode ser o último de Corcovada. Mas, também, porque cedo recebem na aldeia a notícia de que a TVI vai transmitir a festa em direto. E é aqui que toda a aldeia vai querer dar o seu melhor, defendendo cada um dos intervenientes os seus interesses, mesmo que isso colida de frente com os dos outros. 

Também com vista na herança da idosa, em Lisboa, o neto falido da mesma (um “tio” lisboeta, meio pedante) tem o plano de enviar a sua filha (bisneta da idosa) para a aldeia, no sentido de conquistar e construir uma relação com a idosa, mas com a desculpa da filha ir “curar-se” de um enorme desgosto amoroso que acabou de ter, visto o namorado tê-la trocado pela sua melhor amiga. 

E eis que, quando uma jovem lisboeta, altamente cosmopolita e tecnológica... e queque, cai contrariada naquilo que considera um fim-de-mundo, nomeadamente por não ter shoppings, lifestyle e 4G só de vez em quando... 

Tem tudo para correr mal, não fosse a meio do processo encantar-se por um jovem aldeão, que pouco ou nada conhece fora daquela aldeia. Ou seja, duas pessoas de dois mundos completamente diferentes e antagónicos. Este jovem é filho de Albino, mas a antítese do pai. É um rapaz simplório, acólito, trabalhador, mas com uma falta de jeito (e experiência) gritante com as mulheres. Todavia, irá desde cedo sentir o seu coração a palpitar por Ana Carolina. 

Contudo, a chegada de uma família de emigrantes “filhos da terra”, vai agitar, não só a aldeia, como também o coração destes dois jovens, já que dessa família fazem parte os jovens irmãos gémeos, falsos, Louis e Vuitton, um rapaz e uma rapariga que irão despertar paixões em Ana Carolina e Carlos, respetivamente, criando dois triângulos amorosos tão surpreendentes, como inesperados. 

Inesperados serão também os acontecimentos que se sucederão nesta aldeia, cujos habitantes teimam em fazer de cada dia uma “aventura” diferente, com peripécias e conflitos, que parecem não ter fim. 

De forma humorada, pretende-se com Festa é Festa fazer um retrato do Portugal real, das raízes e cultura do seu povo, ficcionando temas do dia-a-dia da vida das pessoas, num universo tão português, como é a aldeia e o seu evento maior: a festa. 

E é assim, que esta aldeia tão portuguesa verá retratada, de uma forma totalmente abrangente e transversal, todos os temas das sociedades atuais, personalizado em pessoas que “se não existissem, tinham de ser inventadas”. 
Foi o caso...

Elenco: Maria do Céu Guerra, Pedro Teixeira, Ana Guiomar, Pedro Alves, Ana Brito e Cunha, Sílvia Rizzo, Maria Rueff, Manuel Marques, Inês Herédia, Aldo Lima, Carlos M. Cunha e muitos mais.

 

Produção 
Ana Antunes
Realização
António Borges Correia
Nuno Franco 
Rodrigo Duvens Pinto
Pedro Brandão
Cenografia
Catarina Amaro
Produção Musical
António Lopes
Sonoplastia
Luís Mendes
Direção de Produção
Pedro Miranda
Consultoria Geral
José Eduardo Moniz
Direção Artística
Hugo de Sousa
Direção de Conteúdos e Produção
Gabriela Sobral
Direção de Entretenimento e Ficção TVI
João Patrício, Lurdes Guerreiro, André Manso
Diretora de Entretenimento e Ficção TVI
Cristina Ferreira
Diretor Geral TVI
Hugo Andrade
Uma Produção Plural para a TVI
 

Ficha Técnica

Título Original: Paulinho revela a grande novidade a Corcovada
Categoria: Novela nacional
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