EP 480 Nando fica irritado com confissão de São

Nando fica irritado com confissão de São.

Sáb, 26 nov 2022 22:00 TVI

Neste episódio

Aida (Ana Guiomar) vem a refilar por ter estado enfiada no mercado do bolhão e agora estar a cheirar a peixe. Esta culpa Tomé (Pedro Teixeira) pelo sucedido e dá-lhes os sacos todos para que seja ele a carregar. A mãe de Betinha (Ana Marta Contente) quer ir fazer compras para Santa Catarina, mas acha que vai a cheirar a peixe e está incomodada com isso.

Carlos (Rodrigo Paganelli) tem cada vez menos vontade de ajudar Ana Carolina (Beatriz Barosa), por causa do que ela diz sobre Bino (Pedro Alves).

Aida, Tomé, Bino e Quina (Maria Rueff) passeiam pela ribeira e apreciam os barcos. A prima de Bino não se conforma por ter deixado os peixes no hotel, pois acha que não vão saber arranjá-los como eles merecem. Aida queixa-se que eles não sabem ser turistas e só a envergonham. Esta sugere irem beber vinho do Porto e ficam todos animados.

Florinda (Ana Brito e Cunha) faz sonhos e Corcovada (Maria do Céu Guerra) percebe que ela está com desejos. Florinda diz que com Carlos não teve nada daquilo, mas Corcovada afirma que cada gestação é diferente e põe mãos à obra, pois também ficou com vontade de comer sonhos.

São (Sílvia Rizzo) conta a Nando (Manuel Marques) que Aurélio esteve ali em casa e ele fica irritado, pois acha que devia avisar antes de aparecer. Ela não compreende a reação do marido e diz que foi bom Aurélio ter aparecido, pois acalmou-a, senão já estavam no Porto.

Florinda e Corcovada deliciam-se a comer sonhos. A centenária serve mais alguns a Florinda e diz que a culpa é do bebé. Aurélio aparece e elas surpreendem-se por ser tão parecido com Nando. Corcovada pergunta-lhe o que o trouxe ali e ele diz que essa é a pergunta mais fácil de responder.

Estão todos a degustar vinho do Porto e concordam que escorrega muito bem. Aida faz-se de muito entendida e usa alguns termos técnicos. Tomé já bebeu mais do que devia e quando se levanta cambaleia um pouco. Bino e Quina gozam o prato.

A centenária continua surpreendida com Aurélio. Ele acha que ela está assim por causa da sua parecença física com Nando, mas ela está é espantada por eles serem tão diferentes. Corcovada nota que este é muito seguro de si e ele diz que só assim podia ter construído o império de sapateiras que tem. Corcovada acha-o inovador e empreendedor. Confessa que já ouviu falar muito de Aurélio e ele dela, por isso resolveu vir conhecê-la pessoalmente.

O gémeo de Nando elogia a casa e diz que o que ficava bem ali era um aquário. A centenária diz que não é preciso e afirma que ele é muito charmoso.

Estão todos deliciados a jantar uma francesinha. Tomé acha que aquilo leva coisas a mais e que não devia funcionar, mas a verdade é que funciona. Bino não consegue perceber como é que algo para comer pode ter coisas a mais. Quina já comeu a sua francesinha e pergunta se alguém quer dividir outra.

Carlos conta à mãe o que se passou com Ana Carolina e Florinda acha que o filho ainda gosta dela, pois só isso explica que ele tenha ficado tão chateado por ela ter falado mal de Bino. Carlos nega que isso seja verdade, mas Florinda afirma que as mães sabem sempre a verdade.


Sobre «Festa é festa»

«Festa é Festa» conta a história de uma aldeia, que este ano prepara a maior e melhor festa da aldeia de sempre. Isto porque é o ano em que a maior benemérita/mecenas (D. Corcovada) dessa mesma aldeia cumpre o seu centenário.

Todos querem fazer um brilharete neste festejo, com vista à herança da idosa, não se poupando a esforços (tal como fazem há mais de vinte anos, mas a idosa não há maneira de se finar...), nomeadamente Albino, o figurão da aldeia, que é, nada mais, nada menos, que o Presidente da Junta. Presidente esse que é também o Presidente da Comissão de Festas. E o Presidente da Casa do Povo. E do Clube de Hóquei em Patins. E coveiro. E tudo, basicamente. Um pavão, que se acha o Marcelo da Aldeia. 

Assim, a festa que, supostamente, seria um motivo de concórdia entre toda a população, vai ser tudo menos isso, começando pela sua organização. Isto porque Tomé (dono do café da aldeia e o “Correio da Manhã” de serviço no que toca a coscuvilhices), o grande rival de Albino desde sempre, vai disputar com ele a presidência da comissão de festas, visto o ano passado competir-lhe a ele, mas a festa não se ter realizado por causa da pandemia. Só que Albino jamais lhe dará essa missão num ano tão simbólico, que pode ser o último de Corcovada. Mas, também, porque cedo recebem na aldeia a notícia de que a TVI vai transmitir a festa em direto. E é aqui que toda a aldeia vai querer dar o seu melhor, defendendo cada um dos intervenientes os seus interesses, mesmo que isso colida de frente com os dos outros. 

Também com vista na herança da idosa, em Lisboa, o neto falido da mesma (um “tio” lisboeta, meio pedante) tem o plano de enviar a sua filha (bisneta da idosa) para a aldeia, no sentido de conquistar e construir uma relação com a idosa, mas com a desculpa da filha ir “curar-se” de um enorme desgosto amoroso que acabou de ter, visto o namorado tê-la trocado pela sua melhor amiga. 

E eis que, quando uma jovem lisboeta, altamente cosmopolita e tecnológica... e queque, cai contrariada naquilo que considera um fim-de-mundo, nomeadamente por não ter shoppings, lifestyle e 4G só de vez em quando... 

Tem tudo para correr mal, não fosse a meio do processo encantar-se por um jovem aldeão, que pouco ou nada conhece fora daquela aldeia. Ou seja, duas pessoas de dois mundos completamente diferentes e antagónicos. Este jovem é filho de Albino, mas a antítese do pai. É um rapaz simplório, acólito, trabalhador, mas com uma falta de jeito (e experiência) gritante com as mulheres. Todavia, irá desde cedo sentir o seu coração a palpitar por Ana Carolina. 

Contudo, a chegada de uma família de emigrantes “filhos da terra”, vai agitar, não só a aldeia, como também o coração destes dois jovens, já que dessa família fazem parte os jovens irmãos gémeos, falsos, Louis e Vuitton, um rapaz e uma rapariga que irão despertar paixões em Ana Carolina e Carlos, respetivamente, criando dois triângulos amorosos tão surpreendentes, como inesperados. 

Inesperados serão também os acontecimentos que se sucederão nesta aldeia, cujos habitantes teimam em fazer de cada dia uma “aventura” diferente, com peripécias e conflitos, que parecem não ter fim. 

De forma humorada, pretende-se com Festa é Festa fazer um retrato do Portugal real, das raízes e cultura do seu povo, ficcionando temas do dia-a-dia da vida das pessoas, num universo tão português, como é a aldeia e o seu evento maior: a festa. 

E é assim, que esta aldeia tão portuguesa verá retratada, de uma forma totalmente abrangente e transversal, todos os temas das sociedades atuais, personalizado em pessoas que “se não existissem, tinham de ser inventadas”. 
Foi o caso...

Elenco: Maria do Céu Guerra, Pedro Teixeira, Ana Guiomar, Pedro Alves, Ana Brito e Cunha, Sílvia Rizzo, Maria Rueff, Manuel Marques, Inês Herédia, Aldo Lima, Carlos M. Cunha e muitos mais.

 

Produção 
Ana Antunes
Realização
António Borges Correia
Nuno Franco 
Rodrigo Duvens Pinto
Pedro Brandão
Cenografia
Catarina Amaro
Produção Musical
António Lopes
Sonoplastia
Luís Mendes
Direção de Produção
Pedro Miranda
Consultoria Geral
José Eduardo Moniz
Direção Artística
Hugo de Sousa
Direção de Conteúdos e Produção
Gabriela Sobral
Direção de Entretenimento e Ficção TVI
João Patrício, Lurdes Guerreiro, André Manso
Diretora de Entretenimento e Ficção TVI
Cristina Ferreira
Diretor Geral TVI
Hugo Andrade
Uma Produção Plural para a TVI
 

Ficha Técnica

Título Original: Nando fica irritado com confissão de São
Categoria: Novela nacional
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