EP 436 Ana Carolina e Carlos em alta tensão?

Em «Festa é Festa», Ana Carolina (Beatriz Barosa) entra na sala e deixa Carlos (Rodrigo Paganelli) atónito com a sua beleza. Ana Carolina fica indignada por ele não a cumprimentar. Carlos pede desculpa e diz que está à procura dos comprimidos da mãe. Ana Carolina oferece ajuda, mas frisa que é só para ajudar Florinda (Ana Brito e Cunha). O ambiente está de cortar á faca. 

Sex, 14 out 2022 02:40 TVI Internacional

Neste episódio

Fátima quer receber mais por trabalhar mais e avisa também que vai de viagem. Fernando (Manuel Marques) entra e Tomé diz que teve uma ideia bestial. Quer fazer uma tournée e frisa que tem de ser sem mulheres. Os dois ficam sonhadores. Fátima mostra locais onde poderão ficar quando forem de viagem. Vuitton não gosta de nenhum. Jorge diz que eles não têm dinheiro. Vuitton aceita ir para o campismo, mas tem de ficar num bungalow. Fátima fica sonhadora. Jorge diz que ou ficam em tendas ou não vão a lado nenhum. 

Betinha (Ana Marta Contente) surpreende os pais com um churrasco para comemorar a gravidez de Aida (Ana Guiomar). Aida e Tomé disfarçam. Tomé não consegue resistir ao cheiro da refeição. Betinha volta a falar da gravidez e Tomé come para não ter de encarar a filha. Betinha propõe um brinde. Tomé e Aida brindam sem vontade. 

Peixoto conta que a filha já nasceu. Tomé dá-lhe os parabéns e pergunta se é parecida com o pai. Peixoto diz que é a cara chapada dele. Josefa insinua que Peixoto não é o pai. Tomé ralha com a irmã. Josefa decide ser direta e diz que Peixoto não é o pai da criança. 

Bino entra na junta e Betinha diz que está farta de lhe ligar. Bino diz que tem se se preparar para a entrevista do dia seguinte. Betinha diz que anteciparam a entrevista e Manuel Luís Goucha já está a caminho. Peixoto não quer ter aquela conversa. 

Aida entra e dá os parabéns a Peixoto. Insinua também que ele pode não ser o pai do bebé. Josefa diz que Aida está a fazer insinuações maldosas, mas Fátima diz que ela insinuou o mesmo. Peixoto não quer ter aquela conversa.

Oliveira (Joaquim Nicolau) entra pelo gabinete adentro para falar sobre a barragem. Bino (Pedro Alves) diz que não o pode atender, pois vai ser entrevistado. além disso, já não há barragem nenhuma se a casa dele também vai abaixo. Bino expulsa Oliveira, mas este não está minimamente afetado pela situação. 

Glória (Catarina Avelar) está enojada com o aquário das sapateiras. Glória acha que ninguém vai comprar aquilo. António (Luís Simões) diz que Aida (Ana Guiomar) não sabe se vai vender. Glória percebe que é só uma coqueluche de Aida. Glória atira uma folha de couve para o aquário. António fica em pânico. 

Betinha (Ana Marta Contente) entra, apressada no café e pede copos e águas para a junta. Tomé (Pedro Teixeira) diz que não dá nada ao burro. BEtinha pede para ajudar os senhores da TVI e Tomé pergunta porquê. Betinha conta que eles estão a caminho para entrevistar Bino. 

Ana Carolina (Beatriz Barosa) entra na sala e deixa Carlos (Rodrigo Paganelli) atónito com a sua beleza. Ana Carolina fica indignada por ele não a cumprimentar. Carlos pede desculpa e diz que está à procura dos comprimidos da mãe. Ana Carolina oferece ajuda, mas frisa que é só para ajudar Florinda (Ana Brito e Cunha). O ambiente está de cortar á faca. 


Sobre «Festa é festa»

«Festa é Festa» conta a história de uma aldeia, que este ano prepara a maior e melhor festa da aldeia de sempre. Isto porque é o ano em que a maior benemérita/mecenas (D. Corcovada) dessa mesma aldeia cumpre o seu centenário.

Todos querem fazer um brilharete neste festejo, com vista à herança da idosa, não se poupando a esforços (tal como fazem há mais de vinte anos, mas a idosa não há maneira de se finar...), nomeadamente Albino, o figurão da aldeia, que é, nada mais, nada menos, que o Presidente da Junta. Presidente esse que é também o Presidente da Comissão de Festas. E o Presidente da Casa do Povo. E do Clube de Hóquei em Patins. E coveiro. E tudo, basicamente. Um pavão, que se acha o Marcelo da Aldeia. 

Assim, a festa que, supostamente, seria um motivo de concórdia entre toda a população, vai ser tudo menos isso, começando pela sua organização. Isto porque Tomé (dono do café da aldeia e o “Correio da Manhã” de serviço no que toca a coscuvilhices), o grande rival de Albino desde sempre, vai disputar com ele a presidência da comissão de festas, visto o ano passado competir-lhe a ele, mas a festa não se ter realizado por causa da pandemia. Só que Albino jamais lhe dará essa missão num ano tão simbólico, que pode ser o último de Corcovada. Mas, também, porque cedo recebem na aldeia a notícia de que a TVI vai transmitir a festa em direto. E é aqui que toda a aldeia vai querer dar o seu melhor, defendendo cada um dos intervenientes os seus interesses, mesmo que isso colida de frente com os dos outros. 

Também com vista na herança da idosa, em Lisboa, o neto falido da mesma (um “tio” lisboeta, meio pedante) tem o plano de enviar a sua filha (bisneta da idosa) para a aldeia, no sentido de conquistar e construir uma relação com a idosa, mas com a desculpa da filha ir “curar-se” de um enorme desgosto amoroso que acabou de ter, visto o namorado tê-la trocado pela sua melhor amiga. 

E eis que, quando uma jovem lisboeta, altamente cosmopolita e tecnológica... e queque, cai contrariada naquilo que considera um fim-de-mundo, nomeadamente por não ter shoppings, lifestyle e 4G só de vez em quando... 

Tem tudo para correr mal, não fosse a meio do processo encantar-se por um jovem aldeão, que pouco ou nada conhece fora daquela aldeia. Ou seja, duas pessoas de dois mundos completamente diferentes e antagónicos. Este jovem é filho de Albino, mas a antítese do pai. É um rapaz simplório, acólito, trabalhador, mas com uma falta de jeito (e experiência) gritante com as mulheres. Todavia, irá desde cedo sentir o seu coração a palpitar por Ana Carolina. 

Contudo, a chegada de uma família de emigrantes “filhos da terra”, vai agitar, não só a aldeia, como também o coração destes dois jovens, já que dessa família fazem parte os jovens irmãos gémeos, falsos, Louis e Vuitton, um rapaz e uma rapariga que irão despertar paixões em Ana Carolina e Carlos, respetivamente, criando dois triângulos amorosos tão surpreendentes, como inesperados. 

Inesperados serão também os acontecimentos que se sucederão nesta aldeia, cujos habitantes teimam em fazer de cada dia uma “aventura” diferente, com peripécias e conflitos, que parecem não ter fim. 

De forma humorada, pretende-se com Festa é Festa fazer um retrato do Portugal real, das raízes e cultura do seu povo, ficcionando temas do dia-a-dia da vida das pessoas, num universo tão português, como é a aldeia e o seu evento maior: a festa. 

E é assim, que esta aldeia tão portuguesa verá retratada, de uma forma totalmente abrangente e transversal, todos os temas das sociedades atuais, personalizado em pessoas que “se não existissem, tinham de ser inventadas”. 
Foi o caso...

Elenco: Maria do Céu Guerra, Pedro Teixeira, Ana Guiomar, Pedro Alves, Ana Brito e Cunha, Sílvia Rizzo, Maria Rueff, Manuel Marques, Inês Herédia, Aldo Lima, Carlos M. Cunha e muitos mais.

 

Produção 
Ana Antunes
Realização
António Borges Correia
Nuno Franco 
Rodrigo Duvens Pinto
Pedro Brandão
Cenografia
Catarina Amaro
Produção Musical
António Lopes
Sonoplastia
Luís Mendes
Direção de Produção
Pedro Miranda
Consultoria Geral
José Eduardo Moniz
Direção Artística
Hugo de Sousa
Direção de Conteúdos e Produção
Gabriela Sobral
Direção de Entretenimento e Ficção TVI
João Patrício, Lurdes Guerreiro, André Manso
Diretora de Entretenimento e Ficção TVI
Cristina Ferreira
Diretor Geral TVI
Hugo Andrade
Uma Produção Plural para a TVI
 

Ficha Técnica

Título Original: Ana Carolina e Carlos em alta tensão?
Categoria: Novela nacional
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