O governo de Israel assinalou a 26 de maio o chamado "Dia de Jerusalém", este ano marcado pelos 20 meses da intervenção militar na Faixa de Gaza, que já deixou mais de 55 mil mortos, e pelas crescentes tensões na Cisjordânia ocupada. O Dia de Jerusalém é celebrado de forma oficial há 58 anos, depois do exército de Israel ter conquistado aos jordanos a parte oriental da cidade, de maioria palestiniana.
Em 1980, o Knesset aprovou a chamada Lei de Jerusalém, que considera a cidade como a capital "eterna de Israel," depois de ter sido "reunificada." Mas a lei foi rejeitada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, que a considerou "nula".
Se grande parte da comunidade internacional reconhece a cidade de Telavive como a capital de Israel, os Estados Unidos decidiram, em 2017 - durante a primeira Administração Trump - reconhecer Jerusalém unificada como a capital de Israel, tendo a Administração mudado a embaixada de Telavive para a cidade santa.