Israel atacou vários pontos da Faixa de Gaza na segunda-feira, numa semana que começa com mais de 100 palestinianos mortos. O exército do Estado hebraico atingiu uma clínica fora de serviço na Cidade de Gaza. As instalações abrigavam famílias de palestinianos, cuja deslocação para o local foi ordenada pelo próprio exército de Israel, que a definiu como "zona segura." No mesmo dia, surgiram novos relatos de civis mortos às mãos do exército de Israel nos centros de distribuição de comida da chamada Fundação Humanitária de Gaza, gerida por Israel com o apoio dos Estados Unidos, mas fortemente criticada pelas Nações Unidas. Os últimos desenvolvimentos no terreno têm lugar quando o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, se deslocou, mais uma vez, a Washington, para conversar com Donald Trump. O presidente dos EUA quer um cessar-fogo em Gaza e o regresso dos reféns, mas Netanyahu tem várias condições para que isso seja possível. Entretanto, a primeira ronda de conversações sobre o cessar-fogo chegou ao fim em Doha sem grandes avanços.