No terceiro dia da visita oficial aos Estados Unidos, o primeiro-ministro de Israel agradeceu ao presidente Trump por ter criado o que definiu como "um novo paradigma para o Médio Oriente". Benjamin Netanyahu disse que partilha com o líder dos EUA a doutrina que implica a existência da força para chegar à paz e era isso que o maior aliado do Estado hebraico lhe permitia fazer na região.
Enquanto isso, noutra visita o oficial, o presidente francês insistiu na chamada solução dos dois Estados, cuja concretização parece cada vez mais difícil, apesar do reconhecimento internacional da Palestina independente (na Cisjordânia ocupada, Faixa de Gaza e Jerusalém oriental ocupada), exceto pela Europa e América do Norte.
Emmanuel Macron disse que era preciso pensar em mais do que respostas baseadas na segurança. Durante a visita de Macron a Londres, David Lamy, chefe da diplomacia britânica, acrescentou que o Reino Unido se opunha às transferências forçadas de palestinianos em Gaza.
No terreno, morreram pelo menos mais 80 palestinianos, vítimas de ataques indiscriminados do exército de Israel, que voltou a atingir uma escola onde se abrigavam famílias. Enquanto isso, em Jerusalém Ocidental, foram enterrados cinco soldados, mortos em combate com o Hamas, na Faixa de Gaza.