Em 1992, o Lusitânia Expresso, um barco onde seguiam 120 estudantes, jornalistas, políticos e figuras públicas de 23 países partiu com a missão de homenagear as mais de 300 vítimas do massacre do cemitério de Santa Cruz e chamar a atenção da comunidade internacional para a situação vivida pelos timorenses
Rui Marques, que liderou a missão, encontra pontos de encontro entre o Lusitânia Expresso e a Flotilha Global Sumud, interceptada na quarta-feira pelas forças israelitas