No discurso de Natal ao país, o primeiro-ministro pediu uma mudança de atitude colectiva — do “deixar andar” para a “mentalidade da superação” —, avisou para o risco de perda de competitividade e defendeu o crescimento económico como resposta à pobreza e à crise da habitação, num apelo a que Governo e oposição aproveitem o período sem eleições nacionais para “fazer tudo” por um futuro mais próspero
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