Por norma, para haver um julgamento de homicídio, há um cadáver encontrado e analisado por especialistas forenses. Mas há outros casos de crime sem corpo que também chegam à barra do tribunal, para além do da grávida da Murtosa. É o caso do caso Joana, sobre uma criança de oito anos desaparecida no Algarve, em que a mãe e o tio foram condenados, ou de Rei Ghob, como era conhecido o homem que apanhou 25 anos de prisão pela morte e ocultação dos corpos de três jovens, que nunca foram recuperados.