O primeiro-ministro diz que é mais ambicioso do que a oposição e do que os sindicatos, mas as reticências quanto ao que aí vem nas próximas 48 horas ainda são muitas.
O presidente executivo da TAP quer acreditar que a companhia aérea conseguirá assegurar, pelo menos, um terço da operação prevista para o dia da greve geral. Quanto ao processo de reprivatização, Luís Rodrigues mostra-se otimista.