Um estudo da Universidade Nova revela que a automedicação está a aumentar em Portugal e traça dois perfis distintos. Por um lado, os portugueses com menos rendimentos, que recorrem a medicamentos por não conseguirem pagar cuidados de saúde. Por outro, jovens entre os 25 e os 34 anos, sobretudo mulheres, com maior escolaridade e rendimentos elevados, que evitam perder tempo de trabalho para consultar um médico.