No Parlamento Europeu, António Costa reafirmou a necessidade de respeitar o direito internacional. "Não podemos permitir a violação do direito internacional seja na Ucrânia, na Gronelândia, na América Latina, em África ou em Gaza. Não podemos aceitar as violações dos direitos humanos seja no Irão, no Sudão ou noa Afeganistão", disse o presidente do Conselho Europeu.