Júlio informa Carlos e Raquel que Alexandra partilhou com ele umas suspeitas sobre Manuel e que aproveitou para ir ao café, onde decorria uma festa privada para adolescentes, tendo encontrado Manuel envolvido com Matilde. Carlos fica aborrecido que Júlio tenha tomado decisões sem o ter consultado primeiro.
Tiago e Carlos falam das mortes da mulher e filha do inspetor, com este a continuar desconfiado que Yuri esteja ligado a esses crimes.
Rui e Zé Pedro desabafam um com o outro. Rui diz que lhe quer pagar as dívida, pois ele é como um irmão. Zé Pedro acaba por aceitar.
Raquel toca à campainha da casa de Manuel, mas ninguém abre a porta. Manuel espreita, por detrás da cortina para a rua, preocupado.
Elisa liga à mãe e diz vai receber instruções de como tudo se vai processar. Elisa volta a ligar e diz a Francisca que deverão encontrar-se na praça 25 de Abril, em Lisboa, às 23 horas, e que deverá levar o dinheiro. Elisa avisa a mãe que se a polícia aparecer eles vão matá-la.
Depois de deixar o dinheiro no local combinado, Francisca recebe varias mensagens, no sentido de chegar a Elisa. Francisca é conduzida até uma casa abandonada.
Um vulto carrega uma mochila, onde vai o dinheiro, e para à porta de uma casa pequena, escondida no meio dos bosques. A porta abre-se lentamente e avança para o interior. Deixa cair a mochila com o dinheiro no chão e olha na direção da cama, onde está Elisa, sentada a chorar. O vulto aproxima-se dela e abraça-a. Elisa soluça nos braços dele, assustada.