EP 382 Tomé e Aida vão deixar de ser padrinhos de casamento?

Em «Festa é Festa» António (Luís Simões) vai ter com Fátima (Marta Andrino) e ela diz-lhe que se calhar se precipitaram em convidar só Aida e Tomé para serem seus padrinhos de casamento. Fátima e António concordam que Corcovada também é muito importante na vida deles e que foi ela que impediu que António emigrasse.
Qui, 4 ago 2022 21:55 TVI

Neste episódio

Fernando (Manuel Marques) despede-se de São (Sílvia Rizzo) para ir trabalhar, quando surge Jorge e diz que teve uma ideia que pode ajudar no projeto da Bela Vida ser o melhor destino turístico para idosos. Jorge diz que tem bastantes contactos da altura em que teve a empresa de old sitting e que agora podem dar jeito. Fernando não percebe como, mas São fica interessada.

Albino está a organizar uns papeis e a reclamar por Glória achar que manda na Junta. O Padre e o Sôtor entram por ali e exigem resolver o problema dos WC´s do consultório. Albino não quer acreditar que é aquele assunto outra vez, mas o Padre e o Sôtor insistem e ele tem de parecer preocupado.

Peixoto enterra a cabeça na almofada para não ter de ouvir Valquíria e Lurdes a discutirem. Peixoto atende uma chamada de Albino, mas diz-lhe que agora não tem condições para falar com ele. Lurdes e Valquíria continuam a mandar vir uma com a outra e Peixoto deseja ser atropelado por um trator, para não ter de as ouvir.

Luís Aves diz a Jorge que tem um negócio fenomenal para lhe propor. Quer fazer churrasco ao domicílio e quer que Jorge o ajude. Jorge acha uma excelente ideia e fica muito entusiasmado.

Tomé ficou muito emocionado com o convite para padrinho de casamento de Fátima e António, mas Aida não consegue deixar de pensar na despesa que vão ter. Aida começa a explicar os gastos todos que os padrinhos costumam ter e Tomé também fica preocupado.

António vai ter com Fátima e ela diz-lhe que se calhar se precipitaram em convidar só Aida e Tomé para serem seus padrinhos de casamento. Fátima e António concordam que Corcovada também é muito importante na vida deles e que foi ela que impediu que António emigrasse. Fátima fica a pensar no que pode fazer.

Fernando informa Elisabete e Glória que a Bela Vida passou à fase final da candidatura para melhor destino turístico para a terceira idade e Glória não cabe em si de contente e de vaidade por ter sido ideia dela. Ficam todos felizes por terem passado à final e Glória até dança. Acabam todos a dançar e a festejar.

Aida já está toda ansiosa para saber a ideia de Tomé e ele diz que afinal tem duas. Tomé sugere emprestar o seu fato de casamento a António e convencê-lo de que tem muita história. Aida fica muito surpreendida e até com inveja de não ser ideia dela. Tomé conta que a outra ideia é convencê-los a arranjar mais padrinhos.

António e Fátima pensam numa forma de resolver aquele problema, mas não estão a ver como. Fátima acha melhor não meterem a carroça à frente dos bois, novamente e sugere que António convide Corcovada, para ver o que ela diz e depois logo pensam no que dizer a Aida.

Elisabete, Fernando e Glória estão reunidos para decidir as atividades que vão organizar na aldeia. Glória sugere organizar um campeonato de sueca e outro de crochet, mas as ideias não são bem aceites por Elisabete e Fernando, pois acham-nas antiquadas. Glória afirma que ela é que sabe o que os mais velhos gostam.


Sobre «Festa é festa»

«Festa é Festa» conta a história de uma aldeia, que este ano prepara a maior e melhor festa da aldeia de sempre. Isto porque é o ano em que a maior benemérita/mecenas (D. Corcovada) dessa mesma aldeia cumpre o seu centenário.

Todos querem fazer um brilharete neste festejo, com vista à herança da idosa, não se poupando a esforços (tal como fazem há mais de vinte anos, mas a idosa não há maneira de se finar...), nomeadamente Albino, o figurão da aldeia, que é, nada mais, nada menos, que o Presidente da Junta. Presidente esse que é também o Presidente da Comissão de Festas. E o Presidente da Casa do Povo. E do Clube de Hóquei em Patins. E coveiro. E tudo, basicamente. Um pavão, que se acha o Marcelo da Aldeia. 

Assim, a festa que, supostamente, seria um motivo de concórdia entre toda a população, vai ser tudo menos isso, começando pela sua organização. Isto porque Tomé (dono do café da aldeia e o “Correio da Manhã” de serviço no que toca a coscuvilhices), o grande rival de Albino desde sempre, vai disputar com ele a presidência da comissão de festas, visto o ano passado competir-lhe a ele, mas a festa não se ter realizado por causa da pandemia. Só que Albino jamais lhe dará essa missão num ano tão simbólico, que pode ser o último de Corcovada. Mas, também, porque cedo recebem na aldeia a notícia de que a TVI vai transmitir a festa em direto. E é aqui que toda a aldeia vai querer dar o seu melhor, defendendo cada um dos intervenientes os seus interesses, mesmo que isso colida de frente com os dos outros. 

Também com vista na herança da idosa, em Lisboa, o neto falido da mesma (um “tio” lisboeta, meio pedante) tem o plano de enviar a sua filha (bisneta da idosa) para a aldeia, no sentido de conquistar e construir uma relação com a idosa, mas com a desculpa da filha ir “curar-se” de um enorme desgosto amoroso que acabou de ter, visto o namorado tê-la trocado pela sua melhor amiga. 

E eis que, quando uma jovem lisboeta, altamente cosmopolita e tecnológica... e queque, cai contrariada naquilo que considera um fim-de-mundo, nomeadamente por não ter shoppings, lifestyle e 4G só de vez em quando... 

Tem tudo para correr mal, não fosse a meio do processo encantar-se por um jovem aldeão, que pouco ou nada conhece fora daquela aldeia. Ou seja, duas pessoas de dois mundos completamente diferentes e antagónicos. Este jovem é filho de Albino, mas a antítese do pai. É um rapaz simplório, acólito, trabalhador, mas com uma falta de jeito (e experiência) gritante com as mulheres. Todavia, irá desde cedo sentir o seu coração a palpitar por Ana Carolina. 

Contudo, a chegada de uma família de emigrantes “filhos da terra”, vai agitar, não só a aldeia, como também o coração destes dois jovens, já que dessa família fazem parte os jovens irmãos gémeos, falsos, Louis e Vuitton, um rapaz e uma rapariga que irão despertar paixões em Ana Carolina e Carlos, respetivamente, criando dois triângulos amorosos tão surpreendentes, como inesperados. 

Inesperados serão também os acontecimentos que se sucederão nesta aldeia, cujos habitantes teimam em fazer de cada dia uma “aventura” diferente, com peripécias e conflitos, que parecem não ter fim. 

De forma humorada, pretende-se com Festa é Festa fazer um retrato do Portugal real, das raízes e cultura do seu povo, ficcionando temas do dia-a-dia da vida das pessoas, num universo tão português, como é a aldeia e o seu evento maior: a festa. 

E é assim, que esta aldeia tão portuguesa verá retratada, de uma forma totalmente abrangente e transversal, todos os temas das sociedades atuais, personalizado em pessoas que “se não existissem, tinham de ser inventadas”. 
Foi o caso...

Elenco: Maria do Céu Guerra, Pedro Teixeira, Ana Guiomar, Pedro Alves, Ana Brito e Cunha, Sílvia Rizzo, Maria Rueff, Manuel Marques, Inês Herédia, Aldo Lima, Carlos M. Cunha e muitos mais.

 

Produção 
Ana Antunes
Realização
António Borges Correia
Nuno Franco 
Rodrigo Duvens Pinto
Pedro Brandão
Cenografia
Catarina Amaro
Produção Musical
António Lopes
Sonoplastia
Luís Mendes
Direção de Produção
Pedro Miranda
Consultoria Geral
José Eduardo Moniz
Direção Artística
Hugo de Sousa
Direção de Conteúdos e Produção
Gabriela Sobral
Direção de Entretenimento e Ficção TVI
João Patrício, Lurdes Guerreiro, André Manso
Diretora de Entretenimento e Ficção TVI
Cristina Ferreira
Diretor Geral TVI
Hugo Andrade
Uma Produção Plural para a TVI
 

Ficha Técnica

Título Original: Tomé e Aida vão deixar de ser padrinhos de casamento?
Categoria: Novela nacional
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